Natal – Farol de Mãe Luiza
O Farol de Mãe Luiza, em Natal, foi tombado pela Fundação José Augusto por sua importância cultural para o Estado do Rio Grande do Norte.
Governo do Rio Grande do Norte
FJA – Fundação José Augusto
Nome Atribuído: Farol de Mãe Luiza
Outros Nomes: Farol Natal
Localização: R. Camaragibe – Praia de Areia Preta – próximo à Vila Costeira – Natal-RN
Data de Tombamento: 16/10/2004
Descrição: Situa-se no bairro de Mãe Luiza, o qual tem seu nome em homenagem a uma velha parteira que também deu seu nome ao farol. Torre em tijolo cilíndrica com lanterna e dupla galeria. Sua construção teve início em 1949 e foi concluída dois anos depois, em 1951. O farol possui uma torre de concreto de 37 metros de altura e uma escadaria, esta, com 151 degraus em espiral. Possui uma bela vista da praia de Areia Preta, permitindo ainda vislumbrar as praias de Jenipabu e Ponta Negra. É administrado pela Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte e emite lampejos de luz a cada 12 segundos, em uma extensão de 44 quilômetros.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Descrição: Situado no bairro Mãe Luíza, nas proximidades da chamada Via Costeira, o Farol teve sua inauguração em 1951. Sua torre mede 37 metros de altura e sua luz emitida atinge cerca de 44 km. Devido à sua relevância, sua imagem já foi utilizada como logomarca da Prefeitura Municipal do Natal.
Fonte: Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo.
Histórico do município: Tudo começou com as Capitanias Hereditárias quando o Rei de Portugal Dom João III, em 1530, dividiu o Brasil em lotes. As terras que hoje compreendem ao Rio Grande do Norte couberam a João de Barros e Aires da Cunha. A primeira expedição portuguesa aconteceu cinco anos depois com o objetivo de colonizar as terras. Antes disso, os franceses já aportavam por aqui para contrabandear o pau-brasil. E esse foi o principal motivo do fracasso da primeira tentativa de colonização. Os índios potiguares ajudavam os franceses a combater os colonizadores, impedindo, a fixação dos portugueses em terras potiguares.
Passados 62 anos, em 25 de dezembro de 1597, uma nova expedição portuguesa, desta vez comandada por Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, chegou para expulsar os franceses e reconquistar a capitania. Como estratégia de defesa, contra o ataque dos índios e dos corsários franceses, doze dias depois os portugueses começam a construir um forte que foi chamado de Fortaleza dos Reis Magos, por ter sido iniciada no dia dos Santos Reis. O forte foi projetado pelo Padre Gaspar de Samperes, o mesmo arquiteto que projetou a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação.
Concluído o forte, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de Cidade dos Reis. Depois, Cidade do Natal. O nome da cidade é explicado em duas versões: refere-se ao dia que a esquadra entrou na barra do Potengi ou a data da demarcação do sítio, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599.
Com o domínio holandês, em 1633, a rotina do povoado foi totalmente mudada. Durante 21 anos, o forte passou a se chamar Forte de Kenlen e Natal Nova Amsterdã. Com a saída dos holandeses, a cidade volta à normalidade. Nos primeiros 100 anos de sua existência, Natal apresentou crescimento lento. Porém, no final do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16 mil habitantes.
Fonte: Prefeitura Municipal.
FOTOS:
- Imagem: Mario Monte
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