Rio Branco – Acervo de Artes da Assembleia Legislativa do Acre
O Acervo de Artes da Assembleia Legislativa do Acre, em Rio Branco-AC, foi tombado por sua importância para o Estado do Acre.
DPHC – Departamento de Patrimônio Histórico e Cultural
Nome atribuído: Acervo de Artes da Assembleia Legislativa do Acre
Localização: R. Arlíndo Porto Leal, n° 241 – Centro – Assembleia Legislativa do Acre – Rio Branco-AC
Abertura de Processo de Tombamento: Resolução do Conselho Estadual de Patrimônio Histórico n° 21/2010 – DOE 29/2010
Descrição: Considerando que o referido Acervo de Arte da Assembleia Legislativa faz parte de um conjunto de obras de dezenove artistas plásticos nascidos ou residentes na Amazônia acreana com mais de duzentas peças, que possui significativa importância para a formação e educação de nossos jovens, por expressar, não apenas o gênio imaginativo de seus autores, mas seus estilos estéticos e posicionamentos enquanto homens e mulheres de seu tempo; e
Considerando a importância da produção de mecanismos para a constituição/visitação a espaços destinados a preservar e a tornar público o campo das artes visuais, em especial as pinturas e esculturas, inserindo-as como componentes essenciais na formação escolar, com destaque para a valorização e o reconhecimento de seus autores, suas trajetórias e a histórica luta pelo reconhecimento de seus trabalhos;
Fonte: Resolução de Abertura de Processo de Tombamento.
Histórico do município: Em 1882, o vapor sobe o rio Acre e desembarca os Irmãos Leite no seringal Bagaço. Neutel Maia decide ficar algumas milhas acima e no dia 28 de dezembro funda o Seringal Empreza, na volta do rio onde está situada a Gameleira. Depois o mesmo vapor ainda deixa Manuel Damasceno Girão na foz do Xapuri, onde fundou o seringal Xapuri.
Nesse momento de expansão do extrativismo da borracha, quando o Acre era ainda considerado território boliviano, o Seringal Empresa, na rota entre Porto Acre e Xapuri, núcleo dinâmico da atividade econômica que dava a lógica à invasão da floresta, vai se constituindo no núcleo de um entreposto comercial.
Paralelamente, na fronteiriça margem do mesmo rio Acre, um novo centro se formava, dando lugar ao nascimento de um pequeno burgo comercial, livre, com o nome de Empresa Nova ou simplesmente Empresa, ao passo que o primitivo passava a ser conhecido como Empresa Velha.
Em 1904 o atual município de Rio Branco torna-se sede do Departamento do Alto Acre. ‘Excepcionalmente, a sede da Prefeitura do Alto Acre funcionou em Empresa Nova, que desde então foi denominada Vila Rio Branco, compreendendo, então, já os dois bairros do mesmo lado, ligados por um projeto da avenida. Desde o estabelecimento da sede administrativa do território em 1903, quando então foi denominada Vila Rio Branco, até 1912, quando se estabelece definitivamente a denominação do futuro município, sua denominação oscilou entre uma homenagem ao Barão de Rio Branco e Penápolis, em homenagem ao presidente Afonso Pena. Em 1912, por força do Decreto Federal n.º 9.831, de 23 de outubro, passa à categoria de cidade com o nome de Rio Branco.
Fonte: IBGE.
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