Rio Branco – Conjunto Arquitetônico do Novo Mercado Velho
Novo Mercado Velho, em Rio Branco-AC, é o nome que recebeu o Mercado Municipal após reforma. Foi uma das primeiras construções de alvenaria da capital e inaugurado em 1929.
DPHC – Departamento de Patrimônio Histórico e Cultural
Nome atribuído: Conjunto Arquitetônico do Novo Mercado Velho
Localização: Rio Branco-AC
Abertura de Processo de Tombamento: Resolução do Conselho Estadual de Patrimônio Histórico n° 19/2010 – DOE 05/07/2010
Descrição: […] o Mercado Municipal de Rio Branco, inaugurado 15 de junho de 1929, foi uma das primeiras construções de alvenaria da capital, na época de gestão do então governador Hugo Carneiro. Com o aumento populacional, o espaço foi crescendo sem planejamento urbano, deteriorando-se, e acabou por se tornar um lugar perigoso e insalubre.
No governo do Jorge Viana, em 2002, foi totalmente revitalizado, transformando-se em um dos principais pontos turísticos da cidade. O Mercado Velho virou o “Novo Mercado Velho”, com os dois prédios reconstruídos, que abrigam restaurantes e lojas de artesanato, e a Praça da Bandeira. Também foi contemplada a principal rua comercial da capital, a Epaminondas Jácome, que é a porta de entrada para o mercado.
A cidade cresceu às margens do Rio Acre e hoje o entorno do seu berço conta com toda a conservação merecida por sua história e pelo respeito aos cidadãos. Alguns comerciantes, donos de bares, restaurantes e armarinhos, que estão há mais de 40 anos no local, permanecem com seus pontos de venda.
Fonte: Governo do Estado.
Descrição: O antigo Mercado Municipal, mais conhecido como Mercado Velho foi construído no final da década de 1920, na gestão do Governador do Território, Hugo Carneiro. Sua construção foi um marco na história da urbanização de Rio Branco por ter sido a primeira grande construção em alvenaria da cidade. Recentemente passou por uma obra de revitalização que resgatou a importância do espaço e levou a população a visitá-lo com mais freqüência. No prédio do Novo Mercado Velho, os antigos comerciantes, muitos com quarenta anos de atuação no local, foram mantidos em suas vendas, bares, lojinhas de ervas e produtos religiosos. No local, também funcionam pensões, lanchonetes, cafés e uma loja de artesanato.
Fonte: IBGE.
Histórico do município: Em 1882, o vapor sobe o rio Acre e desembarca os Irmãos Leite no seringal Bagaço. Neutel Maia decide ficar algumas milhas acima e no dia 28 de dezembro funda o Seringal Empreza, na volta do rio onde está situada a Gameleira. Depois o mesmo vapor ainda deixa Manuel Damasceno Girão na foz do Xapuri, onde fundou o seringal Xapuri.
Nesse momento de expansão do extrativismo da borracha, quando o Acre era ainda considerado território boliviano, o Seringal Empresa, na rota entre Porto Acre e Xapuri, núcleo dinâmico da atividade econômica que dava a lógica à invasão da floresta, vai se constituindo no núcleo de um entreposto comercial.
Paralelamente, na fronteiriça margem do mesmo rio Acre, um novo centro se formava, dando lugar ao nascimento de um pequeno burgo comercial, livre, com o nome de Empresa Nova ou simplesmente Empresa, ao passo que o primitivo passava a ser conhecido como Empresa Velha.
Em 1904 o atual município de Rio Branco torna-se sede do Departamento do Alto Acre. ‘Excepcionalmente, a sede da Prefeitura do Alto Acre funcionou em Empresa Nova, que desde então foi denominada Vila Rio Branco, compreendendo, então, já os dois bairros do mesmo lado, ligados por um projeto da avenida. Desde o estabelecimento da sede administrativa do território em 1903, quando então foi denominada Vila Rio Branco, até 1912, quando se estabelece definitivamente a denominação do futuro município, sua denominação oscilou entre uma homenagem ao Barão de Rio Branco e Penápolis, em homenagem ao presidente Afonso Pena. Em 1912, por força do Decreto Federal n.º 9.831, de 23 de outubro, passa à categoria de cidade com o nome de Rio Branco.
Fonte: IBGE.
FOTOS:
- 1949 – Imagem: IBGE
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