Conceição do Mato Dentro – Chafariz da Praça Dom Joaquim


Imagem: Iphan

O chafariz da Praça Dom Joaquim foi construído por iniciativa do cônego Bento Alves Gondim e do comendador Joaquim Bento Ferreira Carneiro.

IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Nome atribuído: Chafariz da Praça Dom Joaquim
Localização: Praça Dom Joaquim – Conceição do Mato Dentro-MG
Número do Processo: 379-T-1948
Livro do Tombo Belas Artes: Inscr. nº 454, de 09/03/1960

Descrição: Destaca-se, por seu feitio e originalidade, dentre os exemplares no gênero existentes em Minas Gerais. Foi inaugurado a 22 de abril de 1825 – “quarto ano da independência”, conforme inscrição gravada na sua base. O projeto e a execução da escultura são de autoria do mestre José Caetano. Sua estrutura escultórica, em pedra sabão, é composta por figuras nuas de quatro carrancas por onde jorra a água. Estas, sustentam o pedestal onde se assenta um guerreiro guarani.
Fonte: Iphan.

Descrição: O chafariz da Praça Dom Joaquim foi construído por iniciativa do cônego Bento Alves Gondim e do comendador Joaquim Bento Ferreira Carneiro. Todo feito em pedra sabão, foi inaugurado em 22 de abril de 1825 – “Quarto da Independência” – como se lê em inscrição gravada na sua base, vindo a substituir o velho pelourinho que ali existia desde 1719.
O projeto e a execução da escultura couberam ao mestre José Caetano. A estrutura do chafariz se constitui de uma coluna com cerca de 3,30m de altura, torneada em duas partes. Na inferior, estão quatro carrancas em figura de vulto, sustentando com as costas o pedestal onde se assenta um “guerreiro guarani”. As carrancas, medindo cada uma 0,57m, são figuras nuas, suspensas no ar e abrindo a boca com ambas as mãos, por onde jorrava água. O índio, no alto, mede 0,80m com as mãos na cintura, olhar para o alto, está vestido com pequeno saiote e manto que rasteja até os pés e adornado com colar, brincos de argola e cocar de plumas.
O monumento, por seu feitio e originalidade, é um dos mais belos exemplares do gênero existentes em Minas Gerais e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Não possui iluminação própria, contudo, a praça em que se encontra é iluminada. E é protegido por fechamento em pedra, com grandes lajes instaladas em perfil, em posição de destaque na praça Dom Joaquim. Trata-se de um dos poucos obeliscos do país com a representação desta temática, e ainda é de boa composição escultórica.
Fonte: Prefeitura Municipal.

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