Carmo do Cajuru – Missale Romanum
O Missale Romanum foi tombado pela Prefeitura Municipal de Carmo do Cajuru-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Carmo do Cajuru-MG
Nome atribuído: Missale Romanum
Outros Nomes: Missal Romanum (1818)
Localização: Museu da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo – R. Presidente Tancredo de Almeida Neves, s/n – Centro – Carmo do Cajuru-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 553/2004
Inventário Carmo do Cajuru – Missale Romanum
Descrição: Conjunto de 22 missais acondicionados num expositor de madeira com tampos de vidro. Trata-se das seguintes obras: (01), (02), (03), (04), (05), (06), (07), (08), (09) e (10) exemplares do Missale Romanum; (11) Ordo Hebdomadae Sanctae Instauractus; (12) Breviarium Romanum; (13) Le Plus Ancien Mois de Marie; (14) Missal Dominical e Festivo, Ano C; (15) Missal Dominical; (16) Missal Romano; (17) e (18) exemplares da Liturgia da Santa Missa; (19) Novo Missal (tempo do advento e do natal); (20) Orações Eucarísticas; (21) Liturgia da Missa; (22) Missae Defunctorum. O livro mais antigo é o exemplar do Missale Romanum de 1818 (01), e o mais recente o Missal Dominical e Festivo, Ano C, de 1973 (14).
A maioria dos exemplares (treze) é em latim: dez exemplares do Missale Romanum: 1818 (01), 1853 (02), 1886 (03), 1898 (04), 1901 (05), 1911 (06), 1910 (07), 1945 (08), 1953 (09), 1951(10); o Ordo Hebdomane Sanctae Instauractus, de 1956 (11); o Breviarium Romanum, de 1926 (12) e o Missae Defunctorum, de 1943 (22). Há um exemplar em francês, o Le Plus Ancien Mois de Marie, de 1874 (13). Os exemplares em português (cinco) são os seguintes: Missal Dominical e Festivo, Ano C, de 1973 (14); Missal Dominical, de 1965 (15); Missal Romano, de 1973 (16); Novo Missal (tempo do advento e do natal), de 1970 (19); Orações Eucarísticas. Os exemplares da Liturgia da Santa Missa, de 1965 (17) e 1967(18) e o Liturgia da Missa, de 1969 (21) são em latim e português.
Em geral, os exemplares mais antigos (até a década de 1950) têm suas capas e interior mais trabalhados que os demais mais recentes (posteriores à década de 1950) . Os primeiros apresentam capa de couro, geralmente ornamentada (cruzes, iniciais IHS, marcas ou desenhos gofrados…), e, em seu interior, a impressão foi feita em duas colunas, letras pretas e vermelhas, a tipografia é bastante estilizada e geralmente há uma ou mais ilustrações – este é o caso dos exemplares 1 a 10 e 12. Os mais recentes, por sua vez, apresentam capa em papel (acompanhado ou não de lombada de couro), tecido ou, ainda, tecido imitando couro; em poucos há ornamentos (cruzes, marcas ou símbolos gofrados). O interior dos livros mais recentes geralmente é mais simples: impressão em uma coluna, letra preta, tipografia simples e poucas ilustrações, quando há.
Fonte: Inventário.

