Cruzília – Liteira da Fazenda Traituba


A Liteira da Fazenda Traituba foi tombada pela Prefeitura Municipal de Cruzília-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Cruzília-MG
CMPCC – Conselho do Patrimônio Cultural de Cruzília

Nome atribuído: Liteira da Fazenda Traituba
Outros Nomes: Liteira de propriedade da Sra. Alice Aguiar Junqueira
Localização: Fazenda Traituba – Estrada Cruzilia / Carrancas – Km 30 – Zona Rural – Cruzília-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 507/2003

Descrição: Uma liteira é uma cadeira portátil, aberta ou fechada, suportada por duas varas laterais. As liteiras usadas no Oriente são geralmente designadas como palanquins, termo que por vezes também se aplica aos respetivos carregadores humanos.
É transportada por dois liteireiros ou dois animais, um à frente e outro atrás. As liteiras eram muito utilizadas como meio de transporte de personalidades abastadas na Roma Antiga; funcionavam como hoje em dia trabalham os táxis. Normalmente eram escravos e não animais que a suportavam para minorar a confusão das vias de comunicação da metrópole romana na Antiguidade. O uso de palanquins por parte de pessoas importantes persistiu no Oriente até ao século XX.
Fonte: Wikipedia.

A Fazenda: No ano de 1827, foi erguida, nas terras da Encruzilhada a Casa Grande de Traituba, construída especialmente para receber a visita do imperador Dom Pedro I. A visita nunca se concretizou, mas o lugarejo ganhou uma das mais majestosas construções do Brasil Império.
Ainda que com um andar apenas, a sede da fazenda permaneceu grandiosa. O mobiliário é quase todo da época da construção. As paredes são de adobe, e o assoalho é de pinho. A sede é cercada de muros de adobe e os diversos portões de acesso são majestosos, decorados com trabalhos em pedra sabão. Da primeira sede, são guardados uma liteira e um oratório em estilo barroco.
A Fazenda Traituba é pioneira na criação do cavalo Mangalarga Marchador. A flora é exuberante, com uma bela mata virgem, na qual reina um jequitibá com 14m de circunferência na base. Tem a altura aproximada de um prédio de 7 andares. Sete pessoas são necessárias para abraçá-la.
Fonte: Câmara Municipal.

Histórico do município: Os primeiros habitantes da região foram os faiscadores de ouro vindos provavelmente da província de São Paulo, e que exploraram o ouro de aluvião encontrado nas encosta de morros nas margens de córregos da zona. Ainda hoje, constituem testemunhas da presença daqueles desbravadores várias escavações existentes nas margens de córregos do território municipal. Só após a fase de mineração de ouro, chegaram os primeiros agricultores e senhores de escravos.
Segundo a tradição, em 1858 estabeleceu-se no sopé de uma colina denominada “serrinha” aquele que iniciou o povoado. Trata-se do Capitão Manoel Domingues Maciel, progenitor do Cel. Cornélio Pereira Maciel (prefeito de Cruzília de 1956 até 1959).
Em 15 de agosto de 1862, foi consagrada a primeira capela que recebeu como orago São Sebastião. Em 1873, foi construída a paróquia, sendo seu primeiro vigário o Revmo. Monsenhor João Câncio dos Reis Meirelles.
Em 1920, por influência do Cel. Cornélio Maciel, então vereador à câmara municipal de Baependi, foi instalada no distrito uma pequena usina hidrelétrica para o serviço de iluminação pública e domiciliar, serviço esse hoje bastante reforçado por outra usina.
Fonte: Prefeitura Municipal.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal
Câmara Municipal
Cecília Souza Gontijo Garcia
Wikipedia


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