Ibiraci – Marcos da Linha Luiz Diogo – Fazenda Mandaguari
Os Marcos da Linha Luiz Diogo – Fazenda Mandaguari foram tombados pela Prefeitura Municipal de Ibiraci-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Ibiraci-MG
Nome atribuído: Marcos da Linha Luiz Diogo – Fazenda Mandaguari /607m²) – conj paisagístico e arqueológico (tota l= 1,5199ha)
Localização: Fazenda Mandaguari e Fazenda Três Marias (Marco do Fundão) e Fazenda Santa Marias (Marcos do Resfriado) – Ibiraci-MG
Decreto de Tombamento:Decreto n° 3707/2013
Descrição: […] Em 1804, [Cap. Hippolito Antonio Pinheiro] faz contato com o Tenente Ignácio Alvarez de Toledo que a mando do Governador de São Paulo, Antonio José da Franca e Horta, chegou à região para revisar as divisas com a Capitania de Minas Gerais e ficou incumbido de vigiar a fronteira paulista na região dos marcos da serra do Itambé (que ajudou a erigir) que definiam a projeção da Linha Luiz Diogo (de 1764) até o Desemboque no rio Grande, recebendo um carregamento de chumbo e pólvora para garantir a defesa da Capitania paulista e em seguida a patente de Capitão de Ordenanças de São Paulo que o qualificou como a autoridade militar paulista entre o rio Pardo e o rio Grande. […]
Fonte: Câmara Municipal.
Histórico do município: Segundo a tradição, os primeiros moradores do atual município teriam vindo em época não apurada, fugidos da justiça portuguesa, aí se radicando definitivamente. Já em princípios do século XVIII, as terras de Ibiraci possuíam diversas fazendas, com seus senhores e escravos. Nesta época, as principais pessoas da região resolveram erigir sob a invocação de Nossa Senhora das Dores, uma igreja, nas proximidades do atual povoado de Aterradinho, mas as dificuldades surgiram pela falta de água para a construção. Consegui-se então de D. Faustina Maria das Neves, a doação de um terreno, isto no ano de 1819, iniciando-se a construção do templo, e sendo encarregado, o tenente João Felizardo Cintra, considerado, pela tradição, como o fundador da cidade.
A construção da Igreja de Nossa Senhora das Dores do Aterrado foi o núcleo inicial a congregar os fazendeiros da região, de onde surgiu a povoação.
O topônimo Ibiraci, é de origem indígena, podendo ser traduzida por ‘mãe da árvore’. Desconhece-se as razões que teriam determinado a troca do topônimo de Dores do Aterrado para Ibiraci.
Fonte: IBGE.
MAIS INFORMAÇÕES:
IBGE
Câmara Municipal
