Igarapé – E. E. Profa. Maria de Magalhães Pinto
A E. E. Profa. Maria de Magalhães Pinto foi tombada pela Prefeitura Municipal de Igarapé-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Igarapé-MG
Nome atribuído: Escola Estadual Profa. Maria de Magalhães Pinto
Localização: Av. Gov. Valadares, nº 447 – Igarapé-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 1058/2002
Descrição: A atual Escola Estadual Professora Maria de Magalhães Pinto, teve o início de sua construção em 1934 e inaugurada em 1936. Neste terreno foram construídas duas salas de aula, uma sala de recepção, quatro dependências para serviços administrativos e instalações sanitárias, ainda existe e constitui a fachada da frente do atual prédio que conserva o estilo das construções características da época, típicas das edificações neoclássicas do século XX. Com o crescimento da população a escola foi sendo ampliada por várias vezes e hoje neste local já não funciona a escola que tanto contribuiu para o crescimento de nossa cidade. Ela foi a escola pioneira em educação do município, sendo a escola mãe das seguintes escolas: Escola Estadual Santa Chiara, Escola Estadual Jardim Vila Rica, Escola Estadual Joaquim Pereira, Escola Estadual Alcina Alves da Rocha, hoje municipalizada. Hoje a escola funciona na rua Alvina Amaral, bairro Cidade Jardim.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.
Histórico do município: A atual cidade de Igarapé teve suas bases iniciais de ocupação do território no “garimpo de ouro” no distrito de São Joaquim de Bicase posteriormente na agropecuária. Para estabelecermos, sem margem de erros, as origens de uma cidade, devemos tomar como base fatos reais e não simplesmente pessoas. Certamente centenas de anos antes, por aqui já existiam fazendas e diversas famílias com residências fixas.Com base em documentos podemos afirmar que por volta de 1830, já existia muita gente vivendo no próprio local que seria mais tarde o Barreiro e ,posteriormente, a cidade de Igarapé. Mas estas pessoas nada fizeram de notável para que delas tivéssemos sólidas lembranças. Suas principais ocupações eram o trabalho rotineiro na fazenda e o objetivo que tinham em mente era o desenvolvimento econômico de seu próprio negócio. Ninguém, talvez, tivesse sequer o pensamento de construir algo em benefício comum, por exemplo, a construção de determinado trecho de estradas que favorecesse o transporte entre as fazendas. Cada um se preocupava consigo mesmo, sem se importar com o crescimento do lugar. Portanto, a idéia de que a origem da cidade remonta a estas antigas fazendas aqui existentes, não pode ser tomada como o marco da fundação de Igarapé. Afinal, naqueles tempos, ninguém antevia a possibilidade de vir a ser aquele lugar, a cidade que hoje vemos. Em 1880, quando o distrito de São Joaquim de Bicas entrava na sua fase de florescência, com a igreja, vigário e até Cartório de Paz, o Barreiro era constituído apenas por fazendas e fazendeiros. Aliás, é provável que nem o nome Barreiro já tivesse sido dado ao local, pois, só em 1894 encontramos em documentos o nome Barreiro. Já nessa época encontramos aqui diversas famílias que teriam sido alicerces sobre a qual se solidificou a cidade. A divisão de 1911 foi outro fato importante para o progresso. O Barreiro que era constituído de velhas fazendas, e, conforme já foi dito, tornou-se um lugar cobiçado por centenas de pessoas. Daí nasceu a necessidade de se criar casas comerciais e a construção de uma capela maior.
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Em 1938, o Barreiro foi elevado à vila de nome Igarapé. O nome, que vem do tupi-guarani, significa “caminho da canoa”, foi sugerido pela então esposa do governador de Minas Gerais, Benedito Valadares, Dona Odete Valadares. Passando pela cidade, ela notou a existência de vários córregos, semelhantes aos igarapés, existentes na Amazonas.
Fonte: Prefeitura Municipal.
MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal
Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais

