Marliéria – Romaria Ecológica Diocesana Bispo Dom Helvécio
A Romaria Ecológica Diocesana Bispo Dom Helvécio, em Marliéria-MG, reúne cavaleiros de toda região para celebrar a Fundação do Parque.
Prefeitura Municipal de Marliéria-MG
Nome atribuído: Romaria Ecológica Diocesana Bispo Dom Helvécio (CELEBRAÇÕES)
Outros Nomes: Romaria Ecológica Diocesa Dom Helvécio
Localização: Distrito Sede, Estrada Parque, Santo Antônio da Mata, Santa Rita e Parque Estadual do Rio Doce – Marliéria-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 35/2010
Livro de Registro das Celebrações
Descrição: A 23ª Romaria Ecológica Diocesana, parte das comemorações dos 72 anos do Parque Estadual do Rio Doce (PERD), está chegando. A programação religiosa começa no dia 11 de julho e se estende até o dia 16 de julho culminando com a cavalgada que parte das cidades de Dionísio, Marliéria e Timóteo, com um percurso até o Parque.
Na reserva ambiental, os tropeiros se encontram para celebração da missa em homenagem ao Bispo Dom Helvécio, fundador da Unidade de Conservação. A romaria relembra o ato de Dom Helvécio que levava, a cavalo, a imagem da protetora do PERD, Nossa Senhora da Saúde pela Estrada Parque Bispo Dom Helvécio, de Marliéria até o Parque. A Imagem de Nossa Senhora é tombada pelo Patrimônio histórico de Marliéria.
Durante o percurso, com duração de cerca de 5 horas, os cavaleiros têm pontos de parada para descanso, onde são servidos tropeiro, água, café e refrigerante. Além da Romaria, a programação dos 72 anos do PERD inclui Missa, feira de artesanato e produtos típicos da região e apresentações musicais.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Descrição: Em 2018, o Parque Estadual do Rio Doce comemora 74 anos. A Romaria Ecológica reúne cavaleiros de toda região para celebrar a Fundação do Parque Estadual do Rio Doce. Evento que atrai centenas de devotos, turistas e visitantes do estado e do Brasil.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.
Histórico do Parque: O Parque Estadual do Rio Doce foi criado no dia 14 de julho de 1944 em função da presença do ecossistema Mata Atlântica e de sua rica biodiversidade, apresentando várias espécies ameaçadas de extinção, como o jacaré do papo amarelo, onça pintada, mono-carvoeiro e o mutum do sudeste. 83,3% da área do Parque está no município de Marliéria.
Na década de 30, o bispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, preocupado com a grande exploração da floresta pelas empresas siderúrgicas, registrou no livro de tombos da Arquidiocese de Mariana a área do parque com o objetivo de preservá-la.
O parque é reconhecido como Reserva da Biosfera pela UNESCO, possuindo a maior reserva genética de Mata Atlântica do estado. Possui área de aproximadamente 36 mil hectares de Mata Atlântica contínua, intercalados por um conjunto de aproximadamente 40 lagoas, sendo considerado o terceiro maior complexo lacustre do país.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Histórico do município: A história do Município se inicia em 1865 com o nome de Arraial da Onça Grande (ribeirão que banha a localidade) fundado por Germano de Souza Baltar, um aventureiro que chegou ao local onde se iniciava o futuro arraial da Onça Grande, um agrupamento de apenas cinco choupanas.
O comandante do quartel da Onça Pequena foi o Alferes Lizardo José da Fonseca Lana. Ele doou terra (sesmaria da Onça Grande – Marliéria) para sua filha Maria José da Fonseca Lana. Ela tornou-se a proprietária de todas as terras que hoje compreendem a cidade e todas as fazendas de seu entorno. Ao que tudo indica, foi a primeira moradora da localidade, isto anos antes do Germano doar terras para o patrimônio. (Fonte: José Moreira Torres).
Ao arredor da capela que foi construída, formou-se um pequeno núcleo populacional denominado Arraial de Nossa Senhora das Dores de Babylônia, hoje Nossa Senhora das Dores é a padroeira do município.
Posteriormente, por sugestão do professor José Belisário, primeiro mestre-escola do povoado nascente, passou a chamar-se Babilônia em vista de sua localização numa garganta murada por alcantilada serra coberta de musgo e bromeliáceas que, na época da floração, assemelham-se aos antigos jardins suspensos da lendária Babilônia.
Em 1901 foi elevado à categoria de distrito de São Domingos do Prata.
Em 1923 alterou-se a denominação para Marliéria, em homenagem ao francês Guido Tomaz de Marlière, comandante geral das Divisões do Rio Doce, grande protetor dos indígenas botocudos e benemérito da região no período provincial.
O município foi criado em 12 de dezembro de 1953, desmembrado de São Domingos do Prata e foi instalado em 01 de janeiro de 1954.
Fonte: Prefeitura Municipal.
VÍDEO:
Fonte: Cidade Marliéria.
FOTOS:
- Imagem: Prefeitura Municipal
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MAIS INFORMAÇÕES:
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