Paraopeba – Praça Coronel Caetano Mascarenhas


Imagem: Prefeitura Municipal

A Praça Coronel Caetano Mascarenhas foi tombada pela Prefeitura Municipal de Paraopeba-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Passa Quatro-MG
Nome atribuído: Praça Coronel Caetano Mascarenhas
Localização: Praça Cel. Caetano Mascarenhas – Centro – Paraopeba-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 034/2003

Descrição: Ainda como Praça da Matriz, não havia antigamente nenhuma preocupação com o trânsito, pois os únicos veículos que circulavam ali eram os carros de boi, com seu ranger de rodas característico, a maioria transportando lenha para a caldeira da fábrica de tecidos do Cedro. A partir de 1960, com a inauguração de Brasília, a praça foi cortada pela BR-040 e começava o intenso movimento de automóveis, caminhões de carga e ônibus de passageiros e turismo. Com o desvio da rodovia do centro da cidade, o movimento ficou restrito aos veículos locais. O logradouro trocou o nome para Praça Coronel Caetano Mascarenhas, em homenagem ao primeiro agente executivo do município, cargo que na época correspondia ao atual prefeito. Além de ser um dos fundadores da Fábrica do Cedro (em 1872), com os irmãos Antônio e Bernardo, o coronel Caetano teve grande influência política em Paraopeba, sendo um dos responsáveis pela emancipação do município. A principal e mais bonita praça da cidade tem como característica alas de palmeiras.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: Afirma a tradição que foi o Cel. Marques, donatário da Sesmaria, que ao deparar-se com uma onça no meio da mata, indefeso e julgando-se perdido, ele, como católico e de fé, ajoelhou-se e fez uma prece a Nossa Senhora do Carmo rogando que, se sua vida fosse salva, mandaria construir uma capela em sua honra.
O animal não o atacou e ele se retirou são e salvo. Posteriormente, ele voltou e cumpriu a promessa, fazendo construir uma capelinha dedicada à Nossa Senhora do Carmo (Padroeira de Paraopeba).
Aos poucos, por ser um local de passagem obrigatória dos tropeiros que conduziam boiadas para o sertão da Bahia, foram surgindo algumas casas em torno da capela e o lugar passou a ser chamado de Nossa Senhora do Tabuleiro Grande. Tabuleiro Grande porque tabuleiro era o nome com que os antigos costumavam caracterizar os pontos mais ou menos elevados e de vastas superfícies planas do sertão e na linguagem sertaneja significa cerrado.
Tabuleiro Grande foi elevado à freguesia pela Provincial nº 164 de 9 de março de 1840 e confirmado pela Lei Estadual nº 2 de 14 de novembro de 1891, subordinado o arraial, até então, ao município de Curvelo.
No dia 24 de novembro de 1840, por força da lei nº 1.395 foi transferido para o município de Sete Lagoas.
Durante 45 anos, Tabuleiro Grande pertenceu a Sete Lagoas, até desmembrar-se, elevando-se à categoria de município, por meio da Lei nº 566, de 30 de agosto de 1911. Sua instalação solene deu-se a 1º de junho de 1912, passando a denominar-se Vila Paraopeba. A partir de 1931 recebeu o nome definitivo de Paraopeba.
Paraopeba, palavra de origem indígena (da língua tupi-guarani), que significa ″Rio do Peixe Chato″
A escolha do nome Paraopeba foi por causa do rio Paraopeba que, naquela época, livre de qualquer poluição, era fonte de manutenção dos habitantes, que se beneficiavam da pesca, do garimpo e ainda da lavoura, nas regiões mais ribeirinhas.
Fonte: IBGE.

MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal
Prefeitura Municipal
IBGE


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *