Peçanha – Parque Municipal Mãe d’Água


Imagem: Prefeitura Municipal

A água e a mata constituem o coração do Parque Municipal Mãe d’Água, de Peçanha-MG. Protege o manancial.

Prefeitura Municipal de Pedra Azul-MG
Nome atribuído: Parque Municipal Mãe d’Água (13,25 ha)
Localização: Rua do Rosário, s/n – Peçanha-MG

Descrição: O Parque Mãe d’Água, como o próprio nome diz, guarda uma grande riqueza: A água e a mata constituem o coração do parque, a razão de ser do local, a causa de sua origem: a preservação do manancial para abastecer a população.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Descrição: O Parque Mãe D’Água foi criado em 1896 pelo Chefe Executivo, Dr. Simão da Cunha Pereira e o Cel Marcelino Batista de Queiroz, com o objetivo de preservar os mananciais ali existentes e garantir o abastecimento de água potável. A água captada no parque era levada em “bicames” de madeira até os chafarizes, abastecendo a cidade.
Em 1937, o prefeito Dr. Antônio da Cunha Pereira, modificou o sistema de abastecimento, levando água filtrada para a população. Foram construídas duas caixas na área da Bancada e a água canalizada chegou até as residências.
Hoje a água do Parque continua alimentando seus dois chafarizes e é levada até os chafarizes da Praça Dr. Antônio da Cunha, Pça. Marechal Floriano e Pça. José Sabino Braga, na Bomba.
A reserva possui várias nascentes, sendo que as três principais, pelo volume de água recebem nomes: a nascente do Pai D’Água, onde fica o chafariz construído em 1986 e a nascente da Mãe D’Água, cujo chafariz foi construído em 1949. A terceira nascente (o filho d’água) possui bica simples e sua água se junta à da mãe d’água para alimentar a piscina, hoje sem uso. Na ambiência havia também um lago acima das nascentes, onde está o campo de futebol (Estádio Dr. Juarez Vieira, construído na década de 1970), e outro lago abaixo do chafariz e ambos eram protegidos por cerca de madeira pintada de branco, como se vê em fotos. O atrativo turístico possuía trilha na mata, brinquedos para crianças – balanços, escorregadores, bancos de madeira, viveiros e era aberto nos finais de semana para visitação.
Dentro do parque há uma estrada de terra com cascalho que sai da portaria e vai até o campo de futebol e ao redor fica a mata de borda. A área total do parque é de 12,47ha, sendo 10,56ha de cobertura florestal e 01,91ha de área de lazer e vias de circulação.
A proteção e a integridade da reserva ambiental estão previstas na Lei Municipal 1.364 de 24 de dezembro de 1987 e no Decreto Estadual 41.660 de 07 de maio de 2001. A Lei Municipal foi alterada pela Lei 1.782, de 18 de abril de 2002. Em maio do mesmo ano o Parque foi cadastrado junto ao IEF/MG como unidade de Conservação na categoria de manejo de Parque Municipal e foi tombado como Patrimônio Cultural, pelo do Decreto 489, de 20 de março de 2003.
Na atualidade o espaço é usado para campeonatos de futebol e jogos amadores. Escolas usam o espaço para projetos. É também um espaço turístico e de lazer.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: Em 1752, uma expedição comandada por João Peçanha Falcão partiu da Vila do Príncipe, hoje cidade do Serro, à procura de ouro. Descendo pelo Rio Suassuí em direção ao Rio Doce, a expedição subiu até a nascente do Rio Suassuí Pequeno, encontrando aí vestígios de ouro numa encosta da Serra Negra, entre os Morros da Bomba e Paneleiro, a 780 metros de altura. No local formou-se um povoado com curioso traçado, onde se construiu uma igreja que foi denominada Igreja de Santo Antônio. As denominações primitivas do povoado eram Santo Antônio do Peçanha, Santo Antônio do Descoberto do Peçanha e Rio Doce. A vila foi elevada a cidade em 13 de Setembro de 1881, com o nome de Suaçui, desmembrando-se do município do Serro. Em 1887, voltou a chamar-se Santo Antônio do Peçanha. Em 1911 assumiu o nome de Peçanha.
Fonte: Prefeitura Municipal.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal
Prefeitura Municipal
Prefeitura Municipal


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *