Rio Vermelho – Banda de Música Imaculada Conceição
A Banda de Música Imaculada Conceição foi registrada pela Prefeitura Municipal de Rio Vermelho-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Rio Vermelho-MG
Nome atribuído: Banda de Música Imaculada Conceição
Localização: Rio Vermelho-MG
Livro de Registro das Formas de Expressão
Prefeitura Municipal de Rio Vermelho-MG
Nome atribuído: Acervo de partituras da Banda Imaculada Conceição
Localização: Rio Vermelho-MG
Histórico do município: Pouco se sabe sobre a fundação de Rio Vermelho. Segundo tradição, o arraial iniciou-se no lugar denominado Magalhães, cognome do primeiro habitante do lugar era um Português, que, ao morrer, legou a Nossa Senhora da Penha mais de cem alqueires de terra, que constituem, atualmente a Cidade de Rio Vermelho. Não se tem notícia de quem desbravou a região, nem das primeiras pessoas que ali se fixaram. Parece que o povoado surgiu por ser o ponto de cruzamento das estradas de Diamantina para Minas Novas, Nova Filadélfia (hoje Teófilo Otoni), Serro, Peçanha, Guanhães. Segundo o Dr. Nelson de Sena, em sua ‘Memória Histórica e Descritiva do Município de Serro’, publicada em 1892, afirma ter sido o arraial fundado em 1776 por Antônio Gonçalves Torreão. Em algumas Divisões Administrativas Oficiais do Estado, aparece o nome do distrito ora com o nome de ‘Nossa Senhora da Pena do Rio Vermelho’ outra ora com o nome de ‘Rio Vermelho’, o nome de ‘Nossa Senhora da Pena’, é pelo da padroeira do lugar ter este nome. Entretanto, apos a emancipação política do distrito, em 1938, desmembrado do município de Serro, o nome ficou definitivamente sendo somente ‘Rio Vermelho’. Esse nome foi dado pela circunstância de o município ser banhado pelo ‘Rio Vermelho’, cujas águas apresentam uma cor avermelhada. O gentílico das pessoas que nascem nesse torrão é ‘Riovermelhense’.
Existiram no distrito dois partidos políticos: ‘O Tanajura’ e ‘O Formigão’, este chefiado pelo Padre Francisco de Paula Câmara e aquele por Honório Lopes de Figueiredo e Bernardino dos Santos Carvalhais. O então distrito de Rio Vermelho contou com seu próprio jornal, no período de 1915 a 1923, cujo nome era ‘O Rio Vermelho’. Mais tarde em 1950, surgiram mais dois jornais locais de nomes ‘A Verdade’ e ‘O Ideal’, que foi até 1952.
Fonte: IBGE.
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