Serro – Capela de Nossa Senhora do Rosário
A Capela de Nossa Senhora Do Rosário foi tombada pela Prefeitura Municipal de Serro-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Serro-MG
Nome atribuído: Capela de Nossa Senhora Do Rosário – Distrito de Milho Verde
Localização: Praça de Nossa Senhora do Rosário, s/n – Distrito de Milho Verde – Serro-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 5609/2015
Descrição: Pouco se conhece oficialmente sobre a história desta pequena capela erguida, possivelmente por devoção de negros livres ou escravos, no curso do século XIX, como indicam algumas de suas características construtivas. Está valorizada pela inserção na magnífica paisagem, no topo de uma colina com ampla vista para o vale e serras que integram o maciço do Pico do Itambé.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Distrito: Milho Verde é um daqueles lugares que a gente chega, se encanta, e não quer ir embora mais. A natureza é exuberante, com belíssimas cachoeiras e a hospitalidade de seus moradores são as principais responsáveis pelo aconchego e a beleza do lugar. O antigo Arraial de Milho Verde é terra natal da personagem histórica Chica da Silva, nascida entre 1731 e 1735.Ao circular pelo distrito o visitante terá a oportunidade de observar as diversas construções típicas da localidade além das notórias cachoeiras que são o seu grande atrativo. Algumas mais acessíveis, outras requerem um pequeno esforço para chegar, porém todas lindas.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Histórico do município: Sede de uma das quatro primeiras comarcas da Capitania das Minas Gerais, a antiga Vila do Príncipe do Serro Frio, hoje, cidade do Serro, ainda guarda as características das vilas setecentistas mineiras o que lhe valeu ser o primeiro município brasileiro a ter seu conjunto arquitetônico e urbanístico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional(Iphan) em abril de 1938.
Em 1702, uma bandeira chefiada por Antônio Soares Ferreira descobriu as minas de ouro de Ivituruí, que em língua indígena significa Serro Frio, “um nevoeiro denso que invade a parte alta da serra acarretando grande baixa de temperatura e sendo acompanhado de vento mais ou menos forte e constante”. Assim é descrito o típico clima da região.
Em pouco tempo um grande número de aventureiros chegou ao local atraído pelo ouro que brotava fácil nas cabeceiras do Jequitinhonha e seus afluentes. Em 1711, o sargento-mor, Lourenço Carlos Mascarenhas, foi nomeado superintendente das minas de ouro da região para manter a ordem e a justiça. A prosperidade do arraial motivou, então, sua elevação ? vila no ano de 1714, quando, então, ganhou o nome de Vila do Príncipe. Com a criação da Comarca do Serro Frio a vila passou a ser sede. Em 6 de março de 1838 a vila foi elevada a cidade com a denominação de Serro.
Suas igrejas impressionam pela qualidade da ornamentação e pela pintura em perspectiva nos forros. Ao lado do seu acervo histórico-arquitetônico, representado pelos belos monumentos religiosos e notável conjunto de sobrados, o Serro guarda também outro importante aspecto de sua riqueza cultural do passado: as tradições folclóricas, as festas religiosas e a peculiar gastronomia. O Queijo do Serro, o mais famoso produto da região, tem um papel fundamental na economia do município.
Fonte: Prefeitura Municipal.

