Serro – Capela de Santo Antônio
A Capela de Santo Antônio foi tombada pela Prefeitura Municipal de Serro-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Serro-MG
Nome atribuído: Capela de Santo Antônio
Outros Nomes: Capela do Menino Antônio
Localização: Pasto dos Padilhas, s/n – Distrito Sede – Serro-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 5610/2015
Descrição: A Capela de Santo Antônio, em Serro, bem cultural, com tombamento municipal inscrição nº 11, através do Decreto nº 5.610 de 20/10/2015. Esta Capela teve sua construção no ano de 1893 está localizada no bairro Pasto Padilha, na MG-259, a 02 km da cidade. Não havia capela no local, as missas eram celebradas numa fazenda. A primeira construção foi de madeira e taipa, depois de 84 anos não mais resistia ao tempo, sendo totalmente destruída e reconstruída em alvenaria, graças à boa vontade do povo, benzida com missa festiva em junho de 1977. A “Capela do Menino Antônio” é uma construção simples e foi erigida em homenagem a Santo Antônio, devido a um acidente trágico com um menino Antônio que morreu assassinado por engano.
Fonte: Governo do Estado.
Histórico do município: Sede de uma das quatro primeiras comarcas da Capitania das Minas Gerais, a antiga Vila do Príncipe do Serro Frio, hoje, cidade do Serro, ainda guarda as características das vilas setecentistas mineiras o que lhe valeu ser o primeiro município brasileiro a ter seu conjunto arquitetônico e urbanístico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional(Iphan) em abril de 1938.
Em 1702, uma bandeira chefiada por Antônio Soares Ferreira descobriu as minas de ouro de Ivituruí, que em língua indígena significa Serro Frio, “um nevoeiro denso que invade a parte alta da serra acarretando grande baixa de temperatura e sendo acompanhado de vento mais ou menos forte e constante”. Assim é descrito o típico clima da região.
Em pouco tempo um grande número de aventureiros chegou ao local atraído pelo ouro que brotava fácil nas cabeceiras do Jequitinhonha e seus afluentes. Em 1711, o sargento-mor, Lourenço Carlos Mascarenhas, foi nomeado superintendente das minas de ouro da região para manter a ordem e a justiça. A prosperidade do arraial motivou, então, sua elevação ? vila no ano de 1714, quando, então, ganhou o nome de Vila do Príncipe. Com a criação da Comarca do Serro Frio a vila passou a ser sede. Em 6 de março de 1838 a vila foi elevada a cidade com a denominação de Serro.
Suas igrejas impressionam pela qualidade da ornamentação e pela pintura em perspectiva nos forros. Ao lado do seu acervo histórico-arquitetônico, representado pelos belos monumentos religiosos e notável conjunto de sobrados, o Serro guarda também outro importante aspecto de sua riqueza cultural do passado: as tradições folclóricas, as festas religiosas e a peculiar gastronomia. O Queijo do Serro, o mais famoso produto da região, tem um papel fundamental na economia do município.
Fonte: Prefeitura Municipal.

