Tocos do Moji – Imagem de Nossa Senhora Aparecida


Imagem: Prefeitura Municipal

A Imagem de Nossa Senhora Aparecida foi tombada pela Prefeitura Municipal de Tocos do Moji-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Tocos do Moji-MG
Nome atribuído: Imagem de Nossa Senhora Aparecida
Localização: Tocos do Moji-MG

Descrição: A primeira capela foi construída nos arredores da fazenda de Vicente Garcia da Rosa. Até que se enterrou nesta capela uma mulher que morreu de bexiga, doença corriqueira na época. Então, os moradores, com medo do contágio da doença, nunca mais rezaram na capelinha, tratando logo de construir uma igreja maior para seus fiéis.
Pedro Fabrício da Rosa, homem de muita fé e algumas boas possessões, juntou um saco de moedas e foi para Aparecida comprar uma santa para o pequeno vilarejo. Trouxe, então, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida que existe ainda hoje na igreja Matriz de Tocos do Moji. Assim, foi necessário fazer uma igreja, com a ajuda de toda a comunidade ali existente. Ergueu–se uma capela. Data do dia 18 de julho de 1919 a lavra da escritura de doação do patrimônio da capela, assinada por Pedro Fabrício. Nessa capela, celebraram-se algumas missas por padres vindos de Borda da Mata.
Fonte: Wikipedia.

Histórico do município: Por volta do ano de 1845, vindo dos arredores de Cambuí, Pedro Felipe da Rosa e Neco Fabrício, subindo e descendo serras e desbravando densas matas, encontraram grande área para plantio banhado por dois volumosos rios. A 8km abaixo das primeiras nascentes desses rios, ambos se afazendaram, Pedro ao lado esquerdo do rio e Neco ao lado direito. Indo percorrer a redondeza encontraram uma pequena família de nativos daquele luar. Segundo informações, tinham pele escura e eram corpulentos. Pouco falavam, resmungavam e assustados andavam à espreita. Ao encontrar essa gente, Pedro atentou em levá-los para movimetnar a fazenda. Parentes e amigos de Pedro e Neco seguiram o mesmo caminho, vindos de Cambuí, instalaram-se junto a eles.
Dona Brandina, mulher de Pedro Felipe, foi ajeitando as mulheres da pequena família primtiiva para o trabalho, conhecida como “os Coeios”. Então, a fazendo foi crescendo. Muita lavoura de cana, de milho, de mandioca, engordava-se muito porco e tinham carneiros. Tinham engenho e onjolo em cada casa, onde se fazia muita rapadura, polvilho e se torrava farinha. Uma das mulheres da família “Coeio”, conhecida como Raquel, viveu 30 anos a torrar farinha e o fazia com perfeição, segundo se conta. Da família dos “Coeios” só uma se casou, os outros aos poucos foram morrendo. Enquanto isso, as famílias dos Rosas, Bentos, Fabrícios, Quinzótes e Custódios, vundos de Cambuí, casavam0se entre si. Assim, as terras eram divididas e arrendadas, formando o vilarejo de Tocos do Moji.
Fonte: Prefeitura Municipal.

MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal
Wikipedia


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