Capim Branco – Cruzeiro de Boa Vista
O Cruzeiro de Boa Vista foi tombado pela Prefeitura Municipal de Capim Branco-MG por sua importância cultural.
Prefeitura Municipal de Capinópolis-MG
Nome atribuído: Cruzeiro de Boa Vista
Localização: Bairro Boa Vista – Capim Branco-MG
Descrição: O Cruzeiro do Morro foi construído com madeiras levadas pelos escravos há cerca de duzentos anos. Nessa época, o lugar era habitado por índios e escravos trazidos por um português chamado Simeão Lopes, que era dono de todas as terras.
Atualmente, o Cruzeiro localizado em uma área particular, é muito visitado por fazer parte de uma bela paisagem.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Histórico do município: A descoberta do ouro, no período da história do Brasil Colonial entre o final do século XVII e início do século XVIII, na região das cidades de Sabará, Caeté, Mariana e Ouro Preto (1690) e posteriormente, a descoberta de diamantes (1729) na região do Tejuco (Diamantina) e Vila do Príncipe (Serro) teve decisiva importância na descoberta desses locais, pois cerca de dois terços das lavras se concentravam em Minas Gerais, com o restante distribuído entre Goiás, Mato Grosso e Bahia.
Como na época não existiam meios de transporte avançados, os produtos resultantes do extrativismo eram transportados por caravanas de tropeiros, que percorriam caminhos, na maioria das vezes, às margens dos rios, locais de fácil acesso às águas e onde podiam ser encontrados alimentos para os animais. Na rota do comércio, havia locais em que esses tropeiros e viajantes paravam para descanso ou hospedagem. Numa dessas paradas, resolveram acampar e pernoitar às margens do Ribeirão da Mata, numa planície esverdejante, onde ficava o “Rancho Grande”, uma das primeiras moradias do local. Ao acordarem no dia seguinte, para a surpresa de todos, viram a planície toda esbranquiçada. Imaginaram que havia caído geada; o tempo era frio, mas não o bastante para tal. Admirados, correram para certificar-se do que se tratava. E se depararam com milhares de flores minúsculas, todas branquinhas, que mais pareciam um tapete. Grande foi o espanto de todos ao verificar que as flores eram originárias de uma espécie de gramínea nativa da região. Por isso a denominação – Capim Branco – dada pelos tropeiros.
Fonte: Prefeitura Municipal.
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Lindo ponto turístico, pena que está abandonado e corre um grande risco de cair, devido a erosão que vem destruindo aos poucos sua borda. Um descaso total.
200 anos de história que no ritmo que vem sendo consumido pela erosão e pelo descaso que será perdido.
Uma vergonha!