Peçanha – Trezena de Santo Antônio
A Trezena de Santo Antônio foi tombada pela Prefeitura Municipal de Peçanha-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Peçanha-MG
Nome atribuído: Trezena de Santo Antônio
Localização: Praça Getúlio Vargas – Centro – Peçanha-MG
Revalidação
Descrição: O registro mais antigo da Festa de Santo Antônio, até então encontrado, data de 13 de junho de 1922, realizada pelo Pe. Davino dos Santos Moraes. Em 2009 a Trezena foi registrada como forma de manter viva esta tradição, que é uma manifestação de fé e cultura, reunindo famílias, as comunidades rurais e urbanas, trazendo de volta ao torrão natal, os filhos ausentes. É uma festa que reúne credos, culturas, amigos, possibilitando reencontros, quando é possível perceber além da fé, a abertura do povo para ajudar e homenagear seu Santo Padroeiro. A festa constitui-se na reza da trezena durante as celebrações na Igreja. Em seguida o povo reúne-se na Praça da Matriz para a parte cultural: barraquinhas, leilões, shows e no encerramento: Missa, levantamento do mastro, procissões, distribuição do pãozinho de Santo Antônio, apresentação dos Marujos, Caboclos, Cavalinhos de Jacá e Bonecos Gigantes. São treze dias de muita animação.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Descrição: Evento cultural religioso, a trezena preserva tradições folclóricas seculares.
Na festa do padroeiro a missa é celebrada os treze dias, todas as noites na Matriz e depois a população se reúne na Praça para a parte social do evento: leilões, Praça de Alimentação, shows… Muito esperado por todos é véspera da festa quando acontece o cortejo dos festeiros até a Matriz, acompanhados pelo Grupo de Caboclos e os Bonecos Gigantes. Após a missa acontece o levantamento do Mastro, festejado pelos grupos folclóricos, a Banda de Música e fogos de artifício. Peçanhenses e visitantes se reúnem para arrematar os leilões, degustar os sabores da terra, rever amigos e ouvir boa música. No dia treze, após a procissão é servido um almoço comunitário, e na sobremesa o tradicional doce de pote (mamão com rapadura). Encerrando a festa, pecuaristas se reúnem no Parque de Exposições para o leilão de bezerros.
A parte religiosa acontece na Igreja Matriz, e logo após as pessoas se concentram na parte inferior da Praça, onde acontece as festividades de cunho social, com suas tradições e variados atrativos.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.
Histórico do município: Em 1752, uma expedição comandada por João Peçanha Falcão partiu da Vila do Príncipe, hoje cidade do Serro, à procura de ouro. Descendo pelo Rio Suassuí em direção ao Rio Doce, a expedição subiu até a nascente do Rio Suassuí Pequeno, encontrando aí vestígios de ouro numa encosta da Serra Negra, entre os Morros da Bomba e Paneleiro, a 780 metros de altura. No local formou-se um povoado com curioso traçado, onde se construiu uma igreja que foi denominada Igreja de Santo Antônio. As denominações primitivas do povoado eram Santo Antônio do Peçanha, Santo Antônio do Descoberto do Peçanha e Rio Doce. A vila foi elevada a cidade em 13 de Setembro de 1881, com o nome de Suaçui, desmembrando-se do município do Serro. Em 1887, voltou a chamar-se Santo Antônio do Peçanha. Em 1911 assumiu o nome de Peçanha.
Fonte: Prefeitura Municipal.
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