Araras – Centro Espírita Caibar Schutel
O Centro Espírita Caibar Schutel foi tombado pela Prefeitura Municipal de Araras-SP por sua importância histórico e cultural.
Prefeitura Municipal de Araras-SP
COMPHAC – Conselho Municipal de Patrimônio Histórico, Artistico e Cultural
Nome atribuído: Centro Espírita Caibar Schutel
Localização: R. Santa Cruz, n° 20 – Centro – Araras-SP
Resolução de Tombamento: Resolução n°26, de 26/01/1993
Decreto de Tombamento: Decreto nº 3.930, de 24/02/1994
Descrição: Representa a memória do desenvolvimento do espiritismo em Araras. Um exemplo de caridade e de amor ao próximo. Escola de formação espiritual e moral, núcleo de estudo e posto de atendimento fraternal, à luz da Doutrina Espírita. Representa a memória do desenvolvimento do espiritismo em Araras. Foi tombado pelo Município em 1993.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Histórico do município: O primeiro registro do povoado foi em 1818, através de uma sesmaria de légua e meia, formada pelas bacias hidrográficas do rio Mogi, ribeirão Itapura e ribeirão das Araras, em terras pertencentes ao município de Limeira. Em 1862, o proprietário da sesmaria erguia a primeira capela de Nossa Senhora do Patrocínio das Araras, rodeada de algumas casas. A inauguração foi em 15 de agosto de 1862, Dia da Padroeira.
Em maio de 1865, os então proprietários da sesmaria, Bento de Lacerda Guimarães (futuro Barão de Araras), e José de Lacerda Guimarães (Barão de Arary), doaram o terreno para o patrimônio da respectiva igreja dedicada a Nossa Senhora do Patrocínio.
Em 24 de março de 1871, o povoado de Nossa Senhora do Patrocínio foi elevado à categoria de vila, passando a partir daquele momento a constituir um município, que já possuía cinco mil habitantes. A primeira eleição de vereadores foi em 07 de setembro de 1872. O município foi instalado em 07 de janeiro de 1873, com a constituição da 1ª Câmara Municipal e em 02 de abril de 1879 foi elevada à categoria de cidade.
As grandes fazendas de lavoura de café predominavam na cidade e eram responsáveis pelo progresso que surgia na região. Em abril de 1877, os trilhos da Companhia Paulista de Estrada de Ferro eram a principal forma de escoamento da produção agrícola da região, o que acelerou o progresso da cidade.
A imigração foi grande influenciadora na formação da população de Araras. Com o ciclo do café, italianos, portugueses, suíços e alemães se incorporaram à vida econômica que vinha sofrendo prejuízo com a falta de mão de obra na lavoura devido à abolição da escravatura.
Bento de Lacerda Guimarães e Jose de Lacerda Guimarães, Fundadores de Araras eram filhos de Antonio de Lacerda Guimarães e Maria Franco, lavradores em Belém de Jundiaí, hoje Itatiba.
Em dezembro de 1847, os irmãos contraíram matrimonio, o primeiro com Manoela Assis de Cássia, e o segundo com Clara Miquelina de Jesus, filhas de Alferes Franco, possuidor de uma das maiores fortunas da época e que, parte de seu patrimônio localizava-se em Araras.
Após o casamento os irmãos concretizaram a sociedade Lacerda & Irmãos cujo objetivo principal era a cultura de café, nos sítios Montevidéu (hoje Fazenda Montevidéu) e Bocaina.
Fonte: Prefeitura Municipal.
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- Imagem: Prefeitura Municipal
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