Argirita – Casa da Cooperativa


Imagem: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais

A Casa da Cooperativa foi tombada pela Prefeitura Municipal de Argirita-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Aricanduva-MG
Nome atribuído: Casa da Cooperativa
Outros Nomes: Imóvel casa da Cooperativa , Prédio da casa da Cooperativa, Prédio da Cooperativa Agropecuária de Argirita, Casa da Cooperativa – Atual Casa da Cultura
Localização: R. Joaquim Barbosa de Castro, nº 312 – Centro – Argirita-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 09/2005
Uso Atual: Casa da Cultura Augusto Martins Rossi

Descrição: A Casa da Cultura Augusto Martins Rossi é o reduto de valorização da cultura argiritense. O nome do espaço é uma justíssima homenagem ao Sr. Augusto Martins Rossi, grande doador de registros históricos, grande incentivador da preservação do patrimônio cultural de nosso município, figura muito querida em nossa cidade. Local de exposição de quadros e artesanato de artistas e artesões locais. No espaço é oferecida aula de violão e flauta, e sob seu prédio também está localizada a Biblioteca Pública Municipal “Profª. Arlete Albuquerque Rocha”.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.

Descrição: A Casa possui:
. uma sala de projeção que pretende funcionar como cinema, numa forma de trazer mais uma opção de lazer a população local e turistas.
. A BIBLIOTECA PROFª ARLETE ALBUQUERQUE ROCHA e o ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL completam a CASA DA CULTURA DE ARGIRITA.
. O ARQUIVO PÚBLICO conta com um acervo fotográfico composto de fotos doadas por José Vasconcelos que foram reproduzidas pela Prefeitura e organizadas pela Museóloga Vera Maria de Oliveira Vargas, que prestigiou a cerimônia de abertura. Estas fotos datam desde 1920 . Recebeu o nome de SALA CHIQUINHO DA CUNHA, que era o fotografo da época. Nessa sala é contada a história do município, apresentando o primeiros prefeito, vice e vereança, a construção de ruas e pontes, os sítios e fazendas, os casarões, as festas religiosas e civis, os campeonatos de futebol, bandas de música e muito mais. Esta exposição é temporária e de dois em dois meses novas fotos serão apresentadas.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: A extração mineral de pedras preciosas foi a grande responsável pelo crescimento da região central de Minas Gerais, entre os anos de 1699 a 1711. A Zona da Mata Mineira por não possuir muitas riquezas minerais e por suas matas serem densas e montanhosas criando um obstáculo natural quase impenetrável, dificultando a expansão da região e como se não bastasse, a coroa Portuguesa não tinha interesse em povoar essa região, evitando assim a abertura de novos caminhos que poderiam facilitar o contrabando ainda maior de pedras preciosas. Só no século seguinte com escassez de riquezas minerais, tendo que gerar outras formas de assentamento para garimpeiros que ficaram sem serviço é que aparecem as primeiras evidências de povoamento na chamada região da Zona da Mata. A princípio os primeiros imigrantes ocuparam as terras desordenadamente, e em consequência as propriedades pequenas tinham como fonte de renda as lavouras de subsistência.
Rio Pardo era habitado pelos índios Puris e Botocudos, e virou um lugar de pousada de bandeirantes e posteriormente de tropeiros que encurtavam caminho entre São Paulo e Rio de Janeiro.
A primeira capela foi construída com palmiteiro. Posteriormente, por volta de 1.830 foi construída uma Igreja em alvenaria, com telhado coberto de telhas, um campanário à direita e um cemitério. Esta igreja foi totalmente destruída por um incêndio. A nova Matriz foi construída em terras doadas ao patrimônio do Sr. Bom Jesus do Rio Pardo, pelo fazendeiro Inácio Nunes de Moraes e sua esposa Dona Maria José do Espírito Santo.
A primeira atividade econômica do município foi à agricultura, onde sobressaiam as culturas de café, cana-de-açúcar, milho, arroz, feijão e mandioca. Quase todas as fazendas tinham engenhos com alambiques onde se fabricavam cachaça, açúcar preto e rapadura.
Através do Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural de Argirita vem sendo realizado um trabalho junto ao IEPHA tendo ocorrido o primeiro tombamento a nível municipal de um imóvel conhecido como Casa da Cooperativa.
Fazem parte da agenda cultural do município o Concurso de Poesias “Castro Alves” em sua 16ª edição, com a participação de poetas de várias cidades mineiras e até de outros estados.O Jubileu do Senhor Bom Jesus de Argirita é a festa mais tradicional, assim como a Festa de São Geraldo na Comunidade dos Bitirras e a Festa da Nossa Senhora da Cabeça na Comunidade dos Carmos e a Festa de Santo Antônio da Comunidade rural da Serra da Prata. O Carnaval, a Exposição Agropecuária, a Festa Junina Arraiá do Custódio, Festival da Terra e o Encontro do Argiritense Ausente são as festas mais tradicionais do município.
Fonte: Prefeitura Municipal.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais
Prefeitura Municipal
Prefeitura Municipal


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *