Baependi – Obra Musical do Maestro Raposo
A Obra Musical do Maestro Raposo foi tombada pela Prefeitura Municipal de Baependi-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Baependi-MG
Nome atribuído: Obra musical do Maestro Raposo (arranjos musicais de obras sacras com 17 missas completas, partituras e uma obra profana, peça cateretê)
Outros Nomes: Acervo Cultural Musical Maestro Raposo, Acervo da obra do maestro Francisco Raposo Pereira Lima, Obra do maestro Raposo, Arquivo Musical do Maestro Fracisco Raposo
Localização: Fundação Baependiana de Educação Cultura e Ecologia – R. Nossa Senhora da Conceição, nº 165. A partir de 2014: R. Dr. Cornéliio Magalhães, nº 97 – Centro – Baependi-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 041/2005
Descrição: Francisco Raposo Pereira Lima (Baependi, 1845 — Santa Rita do Sapucaí, 1905) foi um compositor e tenor brasileiro.
Francisco Raposo Pereira Lima tem a fé e a religiosidade presentes em sua obra. Nome de uma travessa em Baependi, dele poucos ouviram falar e nem poderiam imaginar sua importância no cenário musical do séc. XIX. Cento e cinco anos após sua morte, vida e obra são resgatadas à memória cultural de Minas Gerais.
Maestro, cantor, compositor, violinista e professor de piano, Francisco Raposo nasceu em Baependi, aos 2 de abril de 1845. Primogênito de uma família de onze irmãos, iniciou a carreira artística aos doze anos.
Raposo viveu durante o período imperial e depois o republicano. Da escravatura à abolição, assistiu ao fim da monarquia e a ascensão da república. Da infância e juventude passadas numa cidade pequena, buscou novos horizontes levado pela arte. Visitou capitais encantando platéias, foi mestre de corporação musical no Vale do Paraíba Fluminense e, na Corte do Rio de Janeiro, cantou para o imperador D. Pedro II, na Capela Imperial.
Fonte: Wikipedia.
Descrição: Desbravadores vindos do Rio Verde, chegaram à localidade no séc. XVII, por volta de 1692 em busca de ouro. Transpondo os contrafortes da Serra da Mantiqueira, os paulistas Antonio Delgado da Veiga, seu filho João da Veiga e Manoel Garcia alcançaram um sítio que chamaram de Maependi, do tupi-guarani: Mbaé-pindi cujo significado é “clareira na mata”, “picada que da passagem”, “atalho”. Esta foi a primeira referência do nome da cidade.
A primeira casa foi construída em 1717, na margem esquerda do rio, pelos portugues Capitão-Mor Tomé Rodrigues Nogueira do Ó, o provedor dos quintos do Registro da Mantiqueira. Posteriormente, na margem direita, surgiu um pequeno povoado, sendo ali construída, no ano de 1754, uma capela em nora à santa espanhola Nossa Senhora do Mont-Serrat, hoje Igreja Matriz.
Foi no ano de 1752 que o pequeno povoado se tornou freguesia, até que em 1814 se tornou Vila em 1855 foi separada da Comarca do Rio das Mortes, passando a ser sede da Comarca e, finalmente, no dia 2 de maio de 1856 foi elevada à categoria de cidade.
Fonte: Prefeitura Municipal.
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