Cristina – Livro de anotações “O sertão da Pedra Branca”, de Luiz Barcellos de Toledo
O Livro de anotações “O sertão da Pedra Branca”, de Luiz Barcellos de Toledo foi tombado pela Prefeitura Municipal de Cristina-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Cristina-MG
Nome atribuído: Livro de anotações “O sertão da Pedra Branca” de Luiz Barcellos de Toledo
Localização: Praça José Araújo Barros, nº 1 – Museu do Trem – Cristina-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 902/2006
Descrição: Conforme anotações do primeiro historiador de nossa cidade, Luiz Barcellos de Toledo, reunidas em um livro sob o título “O Sertão da Pedra Branca”, (doado por seus familiares ao município, em 1998) “a posse da água de Cristina data – mais ou menos – do ano de 1838, como alegaram os habitantes da vila, em uma representação dirigida à Câmara Municipal, na sessão de 14 de setembro de 1853.”
Fonte: Prefeitura Municipal.
Histórico do município: O Sul de Minas Gerais foi efetivamente desbravado somente na segunda metade do século XVIII, quando começou a se esgotar o ouro de localidades como Sabará, Ouro Preto, Mariana, Congonhas e São João Del Rey, dentre outras. Mineradores partiram daquela região, procurando o metal nos sertões sul mineiros, que serviam de caminho do interior para o litoral. Outros os seguiram, atraídos pela possibilidade de se apossarem das vastidões de terras ainda desabitadas e pela fertilidade de seu solo.
Dessa maneira foi povoado o Sertão da Pedra Branca, localizado em uma das ramificações da Serra da Mantiqueira. O local era habitado somente por um pequeno número de índios da tribo dos Puris.
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Da sesmaria de “Comquibios” (variação do termo latino cum quibus) e de parte da sesmaria do Urutu, teve origem a cidade de Cristina.
Em 22 de maio de 1798, Domingos Rodrigues Simões, casado com Inês Monteiro de Alvarenga, recebeu a carta de doação da sesmaria de “Comquibios”, situada às margens dos rios Lambari e do Bode. No ano seguinte, Domingos, juntamente com seu filho Manoel Antônio Simões e com o Manoel Cardoso de Menezes (da sesmaria do Urutu), fizeram nova solicitação de doação de terras no mesmo local. Aí alojados, derrubaram as matas e edificaram benfeitorias, constituindo suas fazendas.
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Ordenado em Mariana no ano de 1773, Padre Luz veio para o Sul de Minas em 1799, quando assumiu a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Pouso Alto. Isso, depois de dedicar-se à mineração em várias localidades mineiras. Somente por volta de 1810 estabeleceu-se em sua fazenda, localizada em uma das áreas mais altas da região. Trazendo consigo dois sobrinhos, estes constituíram alguns dos primeiros troncos familiares locais, tornando-se ricos e poderosos proprietários de terras.
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Em 1817 já havia uma pequena povoação na sesmaria de “Comquibios”, quando alguns moradores solicitaram à Diocese de Mariana licença para construírem uma capela, tendo como orago o Divino Espírito Santo. Por volta de 1820, o pequeno templo já estava edificado.
O primitivo arraial conservou a denominação de Cumquibus, sendo conhecido também como Capela do Espírito Santo. O nome latino exprime riqueza, não sendo possível uma explicação totalmente correta para ele. No dizer popular, seriam muitos os ricos que aqui residiam, certamente, nunca clara alusão à família Luz.
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Tornou-se freguesia e paróquia em 7 de abril de 1841, através da Lei Provincial nr. 209. Somente a partir daí é que recebeu oficialmente o nome de Espírito Santo dos Cumquibus. O primeiro vigário nomeado foi o Padre Antônio Caetano Ribeiro.
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O topônimo foi permutado pela designação Cristina, seguindo determinação da Lei nr. 485, de 19 de junho de 1850, que criou o município e elevou a povoação à categoria de vila, sendo instalados oficialmente em 20 de janeiro de 1852. Foi eleito Presidente da primeira Câmara Municipal (cargo equivalente atualmente ao de Prefeito) o Comendador João Carneiro Santiago.
Com a alteração do nome, prestava-se uma homenagem a Imperatriz do Brasil, Tereza Cristina Maria de Bourbon, esposa de Dom Pedro II. O articulador da mudança foi o cristinense Joaquim Delfino Ribeiro da Luz, mais tarde nomeado Conselheiro do Império, que viria a se destacar no cenário político nacional até à Proclamação da República. Amigo íntimo de Dom Pedro, ocupou vários cargos de relevo, inclusive os ministérios da Justiça e da Guerra.
Fonte: Prefeitura Municipal.
MAIS INFORMAÇÕES:
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Boa tarde!
Como faço para obter uma cópia do livro “O sertão da Pedra Branca”, de Luiz Barcellos de Toledo ?
Att.
olá.
Como faremos para pesquisar o livro? Podemos compra-lo?
Bom dia,
Sugerimos que entre em contato com a Prefeitura Municipal para esclarecer sua dúvida.
Telefone: (35) 3281-1100
Atenciosamente,
Equipe iPatrimônio
Boa noite, eu tenho um livro a mais, pesquiso minhs familia em Cristina e região. casao n~`ao encontre. meu e-mail Castelo de Neuschwanstein, Alemanha
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