Curvelo – Antigo Liceu Mineiro


Imagem: Google Street View

O Antigo Liceu Mineiro foi tombado pela Prefeitura Municipal de Curvelo-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Curvelo-MG
Nome atribuído: Sobrado situado à av. Dom Pedro II nº 651 – antigo Liceu Mineiro
Outros Nomes: Casarão do Dr Pacífico, Sobrado Maria Cristina Diniz Jovita
Localização: Av. Dom Pedro II, nº 651 – Curvelo-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 1143/2003

Descrição: Fechado por vários anos, o casarão localizado no número 651, da Av. Dom Pedro II e confluente com o antigo “Beco Dom Pedro” e fundos com a Rua Silveira Lobo, contam os documentos, foi erguido em no início do século XX, pelo Doutor Pacífico Mascarenhas e chegou a sede do Liceu Mineiro. Passou a diversas famílias herdeiras – Francisco Gabriel Jovita, os Mourthé Sampaio, os Rodrigues Maldonado, os de Milton Joaquim Diniz, dos Antonino Diniz Couto, os de Geraldo Diniz, dos Martins Diniz, os Mascarenhas Dale e, finalmente, dos Pereira Diniz. O imóvel, até então pertencente à inventariante, D. Maria Cristina, foi tombado pela Prefeitura de Curvelo, através do decreto 1.143, de novembro de 2003, pelo prefeito Maurílio Guimarães, que em 2006 conseguiu fazer a desapropriação, ao custo de R$320 mil e torná-lo um bem de utilidade pública, em que funcionará, em breve, a sede da Secretaria Municipal de Educação.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: Lá pelos idos dos 1700, baianos e paulistas, dentre outros desbravadores – subindo ou descendo os rios São Francisco e Guaicuí em busca de ouro e outras pedras preciosas –, tinham como pouso as margens do ribeirão Santo Antônio. Alguns decidiram ficar nestas paragens e, em torno de humilde capela, deram início ao núcleo populacional.
Baiano nascido em Rio Real, aqui aportou o Padre Antônio Corvelo de Àvila, cujo nome, em corruptela, passaria a designar a localidade.
Depois de existir como arraial e distrito, designado por outras denominações, Curvelo se desmembrou de Sabará e se tornou município autônomo, por decreto da Regência, de 13 de outubro de 1831, tendo como sede a vila homônima. Em 30 de julho de 1832, foi instalada a Câmara de Vereadores. Em 7 de dezembro do mesmo ano, houve a ereção do Pelourinho, símbolo da autonomia do poder, e, em 15 de novembro de 1875, a sede da comuna, até então vila, elevou-se à categoria de cidade.
O município se destacou durante longos anos na cotonicultura, sendo considerada a “terra do ouro branco”. Sua próspera indústria receberia prêmio internacional na Itália, em Turim, no ano de 1911. Teve e ainda tem grande evidência em outros setores, como agropecuária, educação, comércio, serviços, cultura e saúde.
É a cidade-mãe de muitos distritos hoje emancipados, tais como Corinto, Felixlândia, Morro da Garça, Inimutaba, Presidente Juscelino e Santana de Pirapama.
Fonte: Prefeitura Municipal.

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