Curvelo – Salão do Cine Teatro Virgínia


Imagem: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais

O Salão do Cine Teatro Virgínia foi tombado pela Prefeitura Municipal de Curvelo-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Curvelo-MG
Nome atribuído: Salão do Cine Teatro Virgínia (Auditório e Sala de Projeção)
Outros Nomes: Salão do Cine Teatro Virgínia
Localização: Av. Dom Pedro II, nº 118 – Centro – Curvelo-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 1812/2009

Descrição: Com capacidade para 1.400 pessoas, o Cine Teatro Virginia, alem de ser um valioso bem arquitetônico da cidade e parte importante da vida cultural de Curvelo.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.

Descrição: As oficinas apontaram como sendo problemática, a interrupção das exibições no cinema da cidade. Outrora equipamento de difusão cultural, o Cine Teatro Virgínia foi muito citado pelos moradores e técnicos e este, por questões econômicas que devem ser analisadas no contexto histórico das décadas recentes (concorrência com cinemas maiores, mais equipados, a existência de uma televisão por domicílio e a internet), faz com que esta empreitada seja difícil de ser executada apenas com o empreendedor privado. […]
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: Lá pelos idos dos 1700, baianos e paulistas, dentre outros desbravadores – subindo ou descendo os rios São Francisco e Guaicuí em busca de ouro e outras pedras preciosas –, tinham como pouso as margens do ribeirão Santo Antônio. Alguns decidiram ficar nestas paragens e, em torno de humilde capela, deram início ao núcleo populacional.
Baiano nascido em Rio Real, aqui aportou o Padre Antônio Corvelo de Àvila, cujo nome, em corruptela, passaria a designar a localidade.
Depois de existir como arraial e distrito, designado por outras denominações, Curvelo se desmembrou de Sabará e se tornou município autônomo, por decreto da Regência, de 13 de outubro de 1831, tendo como sede a vila homônima. Em 30 de julho de 1832, foi instalada a Câmara de Vereadores. Em 7 de dezembro do mesmo ano, houve a ereção do Pelourinho, símbolo da autonomia do poder, e, em 15 de novembro de 1875, a sede da comuna, até então vila, elevou-se à categoria de cidade.
O município se destacou durante longos anos na cotonicultura, sendo considerada a “terra do ouro branco”. Sua próspera indústria receberia prêmio internacional na Itália, em Turim, no ano de 1911. Teve e ainda tem grande evidência em outros setores, como agropecuária, educação, comércio, serviços, cultura e saúde.
É a cidade-mãe de muitos distritos hoje emancipados, tais como Corinto, Felixlândia, Morro da Garça, Inimutaba, Presidente Juscelino e Santana de Pirapama.
Fonte: Prefeitura Municipal.

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