Divinópolis – Usina Gravatá
A Usina Gravatá foi tombada pela Prefeitura Municipal de Divinópolis-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Divinópolis-MG
Nome atribuído: Usina Gravatá
Localização: Às margens do Rio Itapecirica, entre a Av. JK, Vereda Waldemar Rausch e Pça. da Abadia – Bairro Santa Clara – Divinópolis-MG
Decreto de Tombamento: Lei 2460/1988 Decreto n° 7.569/2007
Uso Atual: Teatro Municipal Usina Gravatá
Descrição: Instalado no prédio tombado da antiga Usina Gravatá, primeira da América Latina para produção de álcool de mandioca, o teatro é um dos mais equipados do interior de Minas Gerais. Com 297 confortáveis poltronas, tem excelente tratamento acústico, com equipamento de som, luz, projeção de trabalhos audiovisuais e amplos camarins.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.
Histórico do município: A povoação que deu origem ao município surgiu há cerca de duzentos anos. Os primeiros colonizadores, fugindo a perseguição política, esconderam-se no sertão de Itapecerica, liderados por Manoel Fernandes de Miranda, apelidado Candidés, porque a região era habitada pelos índios desta etnia.
Beneficiados, em 1710, por uma anistia real, imediatamente se organizaram pare viver no local. A primeira capela, consagrada ao Divino Espirito Santo e São Francisco de Paula, foi erigida em 1767 e o arraial tomou grande impulso quando foi construída a linha férrea até a cidade de Oliveira. Cerca de um ano depois realizou-se o ato de inauguração da estação ferroviária, que recebeu o nome de Henrique Galvão, um dos construtores da estrada.
Fonte: IBGE.
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- Imagem: IBGE
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