Dourados – Sopa Paraguaia


Imagem: Aterovi

A Sopa Paraguaia foi registrada pela Prefeitura Municipal de Dourados-MS por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Dourados-MS
CPHCA – Conselho de Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de Dourados-MS

Nome Atribuído: Sopa Paraguaia
Localização: Dourados-MS
Decreto de Tombamento: Lei n° 4.112, de 18/07/2017

Descrição: A sopa paraguaia, como o próprio nome diz, também faz parte da cultura paraguaia. Apesar do nome, sua consistência é firme, como bolo ou torta. Geralmente as pessoas de outros lugares que visitam o Estado se admiram ao ver que a comida não tem relação com o nome, pois sopa em outros lugares possuem outros aspectos.
Fonte: Bruna Rafaela Bobato Serejo.

Descrição: Sopa paraguaia é um bolo de milho salgado muito consumido no Paraguai (é considerado o prato tradicional do Paraguai), Mato Grosso do Sul e no nordeste argentino (províncias de Misiones, Corrientes, Chaco e Formosa).

Além da Farina de milho (as vezes feito com milho ralado, porém feito assim é mais comunmente chamado chipa guasú/pastel de milho) , ingredientes como o leite, óleo, queijo em abundância e cebola, assado em forno comum ou de barro. Pode-se acrescentar outros ingredientes como: tomate seco, orégano. Se não tiver milho verde, pode-se utilizar fubá tipo biju ou polentina.
Fonte: Wikipedia.

Histórico do município: Antes da colonização do homem branco o município de Dourados era habitado pelas tribos Terena e Kaiwa cuja presença dos descendentes é marcante até os dias atuais constituindo uma das maiores populações indígenas do Brasil.

Fundada em 10 de maio de 1.861, a Colônia Militar de Dourados, sob o comando de Antônio João Ribeiro, quando ocorreu a invasão paraguaia. Por este fato, a região tornou-se lendária.

No final do século XIX vieram para Mato Grosso, algumas famílias originárias dos Estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo em busca de novas terras no oeste do país.

Dado o acentuado progresso verificado na região e pelas notícias sobre a fertilidade da terra, aluíram novos colonizadores em demanda da exploração dos extensos ervais nativos impulsionado pela ação da Companhia Mate Laranjeira S/A, que deteve o monopólio da exploração dos ervais em toda a região, entre os anos de 1882 e 1924, destacou-se também o desenvolvimento da cultura pastoril e da construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, entre 1904 a 1914.

Entre os colonizadores, se destacava Marcelino Pires, homem resoluto, dotado de uma coragem extrema e possuidor de grande ardor pelo trabalho da lavoura e pecuária. Marcelino Pires se dedicou com maior intensidade à criação de gado, ocupando vastíssima área de terras, onde se localiza atualmente a cidade de Dourados.
Em 20 de dezembro de 1935, com áreas desmembradas do município de Ponta Porã, através do Decreto nº 30 do então Governador do Estado, Sr. Mário Corrêa da Costa foi criado o município de Dourados.

A colônia agrícola de Dourados, criada em 1943, com uma área de 50.000 hectares, reservado em 1923 para a colonização, passou a integrar Dourados pelo Decreto de elevação à categoria de município em 1935 atraindo para a região tantas levas de imigrantes brasileiros e estrangeiros, principalmente japoneses, que se dedicaram notadamente ao cultivo de café.
Fonte: Prefeitura Municipal.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
Bruna Rafaela Bobato Serejo


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