Itaverava – Núcleo Histórico Urbano
O Núcleo Histórico Urbano foi tombado pela Prefeitura Municipal de Itaverava-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Itaverava-MG
Nome atribuído: Núcleo Histórico Urbano de Itaverava (25 unidades)
Localização: Itaverava-MG
Decreto de Tombamento:Decreto n° 034/2015
Histórico do município: O descobrimento de Itaverava se verificou no século XVII, tendo, portanto, dos primeiros arraiais auríferos de Minas. Segundo a tradição, a povoação de Itaverava foi fundada por duas Bandeiras de exploradores, vindo uma de São Paulo e outra do Rio de Janeiro, em princípios do século XVIII, as quais aí encontravam-se e deixaram algumas pessoas para fazerem plantações que as suprissem de gêneros alimentícios durante a exploração.
Itaverava é um vocábulo da língua tupi, falada pelos índios do litoral e pelos bandeirantes paulistas. Esse vocábulo se compõe de dois temas: Ita que significa pedra e Beraba que significa fascinante, brilhante. De sorte que Itaverava quer dizer pedra fascinante ou pedra brilhante.
Em 1965, em demanda do Itacolomi por Itaverava passaram os primeiros e valorosos paulistas, formando o que se denominava, então um a Bandeira. Permaneceram no lugar por algum tempo; fizeram plantações para o abastecimento futuro da gente da Bandeira rumando depois para o ponto que colimava o Itacolomi. Itaverava teve, em outros tempos, sua época célebre, seu período áureo, assinalados pela opulência, esplendor e suntuosidade de sua vida.
Diversas Bandeiras chegaram a região com o objetivo de encontrar mais minas. Após a formação do arraial de Itaverava, foi edificada a sua primeira igreja, dedicada a Santo Antônio de Lisboa, em 1726, que se transformou em matriz da localidade.
No sec. XVIII, quando ainda pertencia ao Termo de Vila Rica, era comum a grafia Itaberaba. Não há discrepâncias em relação a significação do topônimo: ‘pedra brilhante’ ou ‘pedra reluzente’.
Fonte: IBGE.
CONJUNTO:
Itaverava – Igreja Matriz de Santo Antônio
Itaverava – Sobrado do Padre Taborda
MAIS INFORMAÇÕES:
IBGE
Iphan, p. 135
