Ituiutaba – Selaria do Capitão


Imagem: Google Street View

A Selaria do Capitão foi tombada pela Prefeitura Municipal de Ituiutaba-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Ituiutaba-MG
Nome atribuído: Selaria do Capitão
Localização: R. 16, nº 824 – Ituiutaba-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 5776/2006
Inventário

Descrição: Este imóvel foi construído no ano 1887, possui estilo colonial, lugar onde funcionou a primeira Escola do Município de Ituiutaba, tendo como Professor Cônego Ângelo Tardio Bruno, dava aulas de música e alfabetização para crianças e adultos. No inicio do século xx o imóvel se tornou muito conhecido, pois era um dos pontos de chegada da cidade e havia em seu entorno um estacionamento de carros de bois e vários boiadeiros que chegavam a cidade.. O prédio ganhou este nome porque o pai do atual proprietário é sapateiro e trabalha com selaria e possui i apelido de capitão.

O imóvel possui um pavimento, possui características coloniais, com alinhamento do lote em terreno em declive, partido em L com fachada lisa, com janelões de madeira e portas grandes. Seu sistema estrutural e de alvenaria e adobe, telhado é de quatro águas e telhas francesas, com beiral de madeira apoiados em cachorros sem ornamentos. O piso e de tabua corrida e ladrilho .a fachada da rua 16 é constituída de duas portas e duas janelas de madeira, tendo a frente das portas escadas de três degraus . Na esquina da sete esteio de aroeira . Na fachada dorsal há uma visão do baldrame de madeira que caracteriza o estilo do prédio.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: Ituiutaba é uma fusão de vocábulos tupis que significa ‘povoação do rio Tijuco’. Os primitivos habitantes do município eram ameríndios, pertencentes ao grupo Gê, também chamados caiapós. Uma das tribos que deixaram fama na região foi a dos panariás, muito bem estudada por Alexandre Barbosa, de Uberaba. Por fim ela foi aldeada na atual povoação de São Francisco de Sales, às margens do Rio Grande, no vizinho município de Campina Verde.
Os panariás – assinala o historiador Edelweis Teixeira – deixaram seus vestígios à margem dos rios Tijuco e Prata, além de igaçabas funerárias, aqui e acolá. Praticamente, não houve luta entre os ameríndios e o invasor branco, pois os silvícolas, tão logo verificaram a superioridade de armas dos desbravadores, ou se submeteram e foram agrupados na aldeia de São Francisco de Sales, ou foram expulsos para Goiás e Mato Grosso. As principais artérias de penetração na zona de ltuiutaba foram os rios Prata e Tijuco, principalmente o primeiro. Segundo Dr. Edelweis Teixeira, de Desemboque partiram várias expedições com o objetivo de descortinar e conhecer a região entre os rios Grande e Paranaíba.
Fonte: IBGE.

MAIS INFORMAÇÕES:
IBGE


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