Ituiutaba – Usina da Empresa Força e Luz Ituiutabana
A Usina da Empresa Força e Luz Ituiutabana foi tombada pela Prefeitura Municipal de Ituiutaba-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Ituiutaba-MG
Nome atribuído: Usina da Empresa Força e Luz Ituiutabana – Usina do Salto de Moraes
Localização: Ituiutaba-MG
Decreto de Tombamento: Processo Administrativo 10416/ 2003
Homologação
Descrição: Em 1919, surgiu a ideia de construir uma usina deforça , sendo quem já em 1920 organizava –se a empresa ainda com poucos recursos , faziam parteda empresa, Fernando Vilela, Adelino de Oliveira, Aureliano Freitas, Eduardo Marques. Afonso Chaves, Hilarião Rodrigues Chaves. Em 16 dejulho de 1922, inaugurava-se a luz na cidade, gerada pela modesta usina de 80 HP, que passaramiluminar as ruas e casas da cidade.
A primeira usina era composta por pedras na suabase e paredes de tijolos rebocadas em ruínas. A usina atual de estilo moderno, com fachadas lisas, aberturas divididas de concreto. Dentro de cada abertura há varias básculas para entrada deventilação. O prédio onde funciona a casa demaquinas, oficina é antigo possui um pé direito alto e de alvenaria.
O estado de conservação é bom, tendo o imóvel sua estrutura de alvenaria, um bom estado de conservação.
Houve a construção de uma nova usina na década de 1950.
Fonte: Inventário.
Descrição: […] A usina é de propriedade da CEMIG e está localizada no Rio Tijuco, afluente do Rio Paranaíba, no município de Ituiutaba–MG […]
A barragem é do tipo concreto gravidade, altura de 8m e a cota do coroamento é 511,04 m. A usina tem uma potência instalada de 2,4 MW, 2 unidades geradoras, turbina Kaplan, nela é feita captação de água e fornece energia elétrica ao município de Ituiutaba-MG […].
Fonte: Kevin Reiny Rocha Mota.
Histórico do município: Ituiutaba é uma fusão de vocábulos tupis que significa ‘povoação do rio Tijuco’. Os primitivos habitantes do município eram ameríndios, pertencentes ao grupo Gê, também chamados caiapós. Uma das tribos que deixaram fama na região foi a dos panariás, muito bem estudada por Alexandre Barbosa, de Uberaba. Por fim ela foi aldeada na atual povoação de São Francisco de Sales, às margens do Rio Grande, no vizinho município de Campina Verde.
Os panariás – assinala o historiador Edelweis Teixeira – deixaram seus vestígios à margem dos rios Tijuco e Prata, além de igaçabas funerárias, aqui e acolá. Praticamente, não houve luta entre os ameríndios e o invasor branco, pois os silvícolas, tão logo verificaram a superioridade de armas dos desbravadores, ou se submeteram e foram agrupados na aldeia de São Francisco de Sales, ou foram expulsos para Goiás e Mato Grosso. As principais artérias de penetração na zona de ltuiutaba foram os rios Prata e Tijuco, principalmente o primeiro. Segundo Dr. Edelweis Teixeira, de Desemboque partiram várias expedições com o objetivo de descortinar e conhecer a região entre os rios Grande e Paranaíba.
Fonte: IBGE.
MAIS INFORMAÇÕES:
IBGE
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Kevin Reiny Rocha Mota

