Lucas do Rio Verde – Figueira


Imagem: Prefeitura Municipal

A Figueira foi tombada pela Prefeitura Municipal de Lucas do Rio Verde-MT por sua importância histórica para a cidade.

Prefeitura Municipal de Lucas do Rio Verde-MT
Nome Atribuído: Árvore “FICUS PS”
Localização: R. Horizontina (defronte ao lote 1C da quadra 07 e ao lote 14 da quadra 09) – Bairro Pioneiro – Lucas do Rio Verde-MT
Decreto de Tombamento: Decreto n° 874/99

Descrição: Localizada no Bairro Pioneiro, a árvore de grande porte atualmente é preservada pela prefeitura. A figueira africana possui um significado especial para os primeiros moradores do município, pois era embaixo da grande sombra que muitas vezes eram realizadas missas e reuniões com os residentes e a equipe do Incra. Por meio do Decreto nº 874/1999 foi tombada como Patrimônio Histórico Cultural de Lucas do Rio Verde.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Descrição: Fica “tombada” a árvore “FICUS PS”, localizada ao final da Rua Horizontina, no Bairro Pioneiro, defronte ao lote 1C da quadra 07 e ao lote 14 da quadra 09, neste Município de Lucas do Rio Verde Estado de Mato Grosso.
Por este ato, a referida árvore, conhecida popularmente pelo simples nome de “Figueira”, e o espaço que ela ocupa, pertencem ao Patrimônio Histórico Cultural de Lucas do Rio Verde, que, em colaboração com a comunidade, a manterá sob sua guarda para conservá-la e protegê-la.
Fonte: Decreto de Tombamento.

Histórico do município: As obras de abertura da rodovia BR-163, pelo 9º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção), ligando Cuiabá a Santarém (PA), na segunda metade da década de 70, mobilizaram os primeiros colonizadores para esta região de cerrado situada no Médio-Norte de Mato Grosso e distante 350 quilômetros da Capital.
No entanto, foi somente a partir de 1981, quando o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) começou a implantação do projeto de assentamento de 203 famílias de agricultores sem-terra oriundas de Encruzilhada Natalino, interior do município de Ronda Alta (RS), que se formou a comunidade que deu origem a Lucas do Rio Verde.
Na época, outros 85 posseiros que já habitavam o local e mais 50 colonos provenientes do interior de São Paulo também foram assentados nos lotes que dividiram uma gleba de 197.991 hectares.
O dia 05 de agosto de 1982 passou a ser comemorado como a data de fundação da agrovila, ainda então pertencente ao município de Diamantino.
Em 17 de março de 1986, o núcleo urbano foi elevado à condição de Distrito e no dia 04 de julho de 1988, quando conquistou sua emancipação político-administrativa, já contava com 5.500 habitantes. Atualmente, poucas famílias dos assentados de Ronda Alta ainda continuam de posse de suas terras. Pressionadas pelas inúmeras dificuldades daquele período, muitas delas desistiram de seus sonhos e outras perderam terreno para a agricultura extensiva que começava a ocupar a vastidão do cerrado.
Três décadas depois da instalação do acampamento do 9º BEC, às margens do Rio Verde, esta moderna, pujante e dinâmica cidade cujo nome rende uma homenagem a Francisco Lucas, antigo seringalista e desbravador da região, em nada lembra aquele vilarejo onde tudo era difícil e precário.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Origem do nome: A denominação Lucas do Rio Verde é homenagem a Francisco Lucas de Barros, e ao Rio Verde, curso d’água que corta o território municipal, assim chamado pela cor esverdeada que apresenta. Francisco Lucas de Barros foi um seringalista, desbravador de sertões. Este homem, afeito à rudeza da selva, via na extração do látex sua motivação de vida. Profundo conhecedor da região, teve seu nome perpetuado pela história ao emprestá-lo ao município de Lucas do Rio Verde.
Fonte: Prefeitura Municipal.

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Comentários

  1. Mônica Pasqualoto |

    O artigo poderia contar um pouco mais sobre a história da figueira, para dar mais ênfase a este curioso patrimônio de nossa cidade.

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