Pará de Minas – Coral Nossa Senhora da Piedade
O Coral Nossa Senhora da Piedade, de Pará de Minas-MG, foi fundado em 6 de fevereiro de 1950, como Coro Nossa Senhora da Piedade.
Prefeitura Municipal de Pará de Minas-MG
Nome atribuído: Coral Nossa Senhora da Piedade (Formas de Expressão)
Localização: Pará de Minas-MG
Livro de Registro das Formas de Expressão
Descrição: Fundado em 6 de fevereiro de 1950, como Coro Nossa Senhora da Piedade, em 1952, o grupo passou a denominar-se Coral Nossa Senhora da Piedade. Em 19 de agosto de 2010, foi reconhecido como Patrimônio Imaterial de Pará de Minas.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Descrição: Desde o século XIX há um movimento musical em torno da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade. Em 1950, o Padre José de Souza Nobre oficializou o “Coro Nossa Senhora da Piedade”, que em 1952 passou a denominar-se “Coral Nossa Senhora da Piedade”. O Coral sempre cantou nas missas da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, na Capela Nossa Senhora da Conceição e em eventos como o Corpus Christi, a Semana Santa, a Festa da Padroeira e o aniversário da cidade. O coral gravou discos e participou de inúmeros eventos no estado, ainda hoje, continua com as tradicionais Missas na Igreja Matriz e diversos eventos na cidade.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Histórico do município: O topônimo Pará, segundo opinião do indianólogo Batista Caetano de Almeida e do engenheiro Teodoro Sampaio, significa rio volumoso, caudal, e colecionador de águas, sendo “de Minas” apenas um aditivo destinado a distinguir o município mineiro do Estado do Pará.
Os primórdios da povoação que deu origem à atual cidade do Pará de Minas remontam aos fins do século XVII, quando, em intenso movimento, dirigiam-se para as Minas de Pitangui as “bandeiras paulistas”. No roteiro que acompanhava os rios, lançavam-se os audazes aventureiros em busca do ouro, deixando trilhas aos pósteros.
Em um desses caminhos, nos territórios que se estendem entre os rios Paraopeba e São João, surgiu um ponto de pouso, às margens do ribeirão do Paciência e, nesse local, entre muitos outros, fixou-se o mercador português de nome Manoel Batista, alcunhado o “Pato-Fôfo”, que deliberou, mais tarde, abandonar o comércio que mantinha com os bandeirantes paulistas e explorar uma fazenda existente nas margens do Paciência. Seu apelido, segundo tradição, originou-se do fato de ter aquele português, que era muito gordo, a vaidade de querer passar por homem de grandes posses.
Manoel Batista foi, assim o desbravador da região e um dos seus primeiros moradores, tendo resultado dos seus esforços a construção da primeira capela local, que, em sua homenagem, foi cognominada “Capela de Nossa Senhora da Piedade do Patafufo” (corrutela de Pato Fôfo). Também o arraial que começou a se formar no local chamou-se, inicialmente “Arraial do Patafufo”.
Fonte: IBGE.
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