Passos – Túmulo de Antônio Caetano de Faria


O Túmulo de Antônio Caetano de Faria foi tombado pela Prefeitura Municipal de Passos-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Passos-MG
Conselho Municipal de Patrimônio Histórico Cultural – CMPHC

Nome atribuído: Túmulo de Antônio Caetano de Faria
Localização: Cemitério Municipal de Passos – Av. JK, s/n – Passos-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 790/2011

Descrição: O túmulo de Antonio Caetano de Faria Loulou representa as rupturas trazidas pela Proclamação da República na sociedade brasileira, espalhadas no modo de como a sociedade trata seus mortos. Em Passos, o desenvolvimento urbano alcançou o Campo Santo, ficando o mesmo central, sem possibilidade de acréscimo; que em 1893, o Conselho Distrital discute em plenária a criação de um novo cemitério; que em 1894 são aprovados a planta e os preços de aquisição de quadras. O Túmulo em questão trata-se de uma edificação exemplar, concebida dentro da arquitetura eclética e que conseguiu, apesar da simplicidade construtiva, ser uma estrutura arquitetônica harmoniosa, representante da época. Apesar dar dúvidas existentes – se Antonio Caetano de Faria Loulou realmente doou ou vendeu o terreno no qual se implantaria o novo cemitério, e se ele foi realmente o primeiro a lá ser enterrado – o bem cultural é de grande importância para a comunidade de Passos, sendo merecedor de registro e consequente salvaguarda.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: Em meados do século XVII, a região de Passos era pouco explorada e era denominada “Sertões de Jacuhy ou Cercanias de Jacui” um ” lugar perdido nesse mundo de Deus. O encontramento de ouro provocou uma “corrida” de paulistas e mineiros para o local à procura de melhores condições de vida representadas pelas faiscagens de ouro ou por alternativas oferecidas pelos recursos naturais.
A História administrativa de Passos, pode ser dividida em cinco fases:
1 – Fase de formação (1780 a 1830) que corresponde à implantação das roças de subsistência, ao assentamento das primeiras fazendas (Ninfas, Cruzeiro e Bonsucesso), à formação do arraial e à ausência de um sistema administrativo;
2 – Fase da consolidação do arraial, a redefinição do seu traçado urbano e inicio de um sistema administrativo misto, público (Juizado de Paz) e religioso (Curato Paróquia);
3 – Fase da autonomia religioso: da criação da Paróquia a criação da vila. O arraial se torna Paróquia e Matriz (do Bispado de São Paulo), mas depende das leis de Jacuí, passando a existir os dois poderes: executivo e legislativo, embora num mesmo órgão: a Câmara;
4 – Fase da autonomia administrativa, iniciada com a criação da Vila 1850, depois cidade, tronando-se independente da Vila de Jacuí, podendo então adquirir um certo “status” e ter a possibilidade de exibir certa importância que outros lugares não possuíam;
5 – Fase Republicana a partir da organização da República passa a existir como Município e conta com Prefeitura Municipal politicamente independente. Durante os anos 60 houve um significativo progresso da construção da Usina de Furnas na região. O passado provinciano e rural foi ultrapassado e Passos tronou-se o que é hoje: a cidade pólo comercial e industrial da região.
Fonte: Prefeitura Municipal.

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