Piumhi – Casa de Cultura


Imagem: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais

A Casa de Cultura foi tombada pela Prefeitura Municipal de Piumhi-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Piumhi-MG
Nome atribuído: Casa de Cultura
Localização: Praça Dr. Avelino de Queiroz, nº 193 – Piumhi-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 1852/2004

Prefeitura Municipal de Piumhi-MG
Nome atribuído: Conjunto de desenhos de José II
Localização: Praça Dr. Avelino de Queiroz, nº 193 – Casa da Cultura – Piumhi-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 1751/2003

Descrição: Casa cultural onde se encontra uma galeria de fotos de acontecimentos históricos da cidade juntamente com diversos vídeos. Possui um pequeno acervo de peças representativas de algum momento importante da cidade. Espaço amplo com total acessibilidade.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.

Histórico do município: Habitavam estas paragens, em tempos idos, dois abastados fazendeiros, inimigos figadais, Capitão Luís Antônio Vilela e Fernão Alves dos Santos. Motivava a inimizade e as lutes constantes entre os senhores, familiares e escravos a fixação das divisas de suas terras e sesmarias.
Por volta de 1707, famílias paulistas, chefiadas por Manoel Marques de Carvalho, quando regressavam dos sertões mineiros, onde estiveram à cata de ouro, acamparam às margens de um córrego – hoje córrego do Carvalho – para ligeiro repouso . Com permissão do chefe, exploraram a região e encontrando ouro, diamantes e outros minerais obtiveram autorização dos proprietários das terras para garimpar. Já em 1708, o número dos garimpeiros aumentara. Veio então, trazendo licença para garimpar, o Padre Marcos Pires Corrêa, que propôs aos habitantes construíssem uma capela e conseguissem o necessário para a celebração dos ofícios divinos, uma vez que todos eram católicos. A 15 de agosto de 1708, era celebrada a 1.ª missa na região.
Recrudescendo o ódio entre as duas famílias, Manoel Marques de Carvalho, amigo de ambas, resolveu por termo às rixas, propondo para árbitro da questão o Padre Marcos. Sugeriu a doação das terras litigiosas a Nossa Senhora do Livramento, separando, desta forma, as duas fazendas. Doados os terrenos, ficou conhecida por Nossa Senhora do Livramento do Piui a povoação.
Após a guerra dos Emboabas, voltaram as bandeiras paulistas a desbravar os sertões, datando daí a crescente povoação de Nossa Senhora do Livramento do Piu-i, conhecido, então, somente por Piu-i, nome do rio que atravessa a região. O vocábulo Piu-i, indígena, significa ‘água cheia de moscas’ e na verdade, as águas quase paradas do rio são infestadas por esses insetos.
Em 1770, o povoado foi elevado à categoria de curato, sendo primeiro cura o Padre Francisco Alves Torres. Em 1813 era elevado à categoria de freguesia. A paróquia foi criada em 1854.
Fonte: IBGE.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais
IBGE


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