Pouso Alegre – Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitschek
O Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitschek foi tombado pela Prefeitura Municipal de Pouso Alegre-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Pouso Alegre-MG
Nome atribuído: Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitschek
Localização: Av. Francisco Salles, nº 116 – Centro – Pouso Alegre-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 2348/1999
Descrição: O Conservatório Estadual de Música “Juscelino Kubitschek de Oliveira”, tipologia MOOOC-4, foi criado pela Lei Nº 825, de 14 de dezembro de 1951 com suas atividades iniciadas em 15 de setembro de 1954.
Posteriormente, denominou-se Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre (CEMPA), retornando à denominação de origem de acordo com a Lei N.º 8.709, de 24 de outubro de 1984, publicada no MG de 25 de outubro de 1984, folhas 05, coluna 01.
O Conservatório Estadual de Música “Juscelino Kubitschek de Oliveira”, integrante da rede Estadual de Ensino, está situado à Rua Francisco Sales, 116, telefone (35) 3425-2800, e-mail: [email protected] na cidade de Pouso Alegre. Reconhecido pelas Portarias Nº 523/81, publicada no Diário Oficial, MG de 30 de dezembro de 1981, às folhas 06, coluna 03 (Curso Técnico em Canto e Técnico em Instrumento) e Portaria n.º 935/00, publicada no Diário Oficial, MG 18 de novembro de 2008, folha 05, coluna 01 (Técnico em Design de Interiores).
O Conservatório foi inaugurado com os cursos: Solfejo, Ditado e Teoria; Flauta; Clarinete; Violino; Viola; Violoncelo; Piano; Pistom e Trombone.
A Escola possui o nome do governador do Estado que criou os primeiros Conservatórios em Minas Gerais. Quem trouxe este Conservatório para Pouso Alegre foi o Deputado Estadual Cônego Aurélio de Albuquerque Mesquita e seu primeiro Diretor foi o Professor João Soares Souza.
Na época de sua criação, o Conservatório funcionava apenas na Praça João Pinheiro, n.º 114. A partir de 1980, passou também a funcionar no antigo Colégio Santa Dorotéia, situado à Rua Francisco Sales, n.º 116, ficando na Praça João Pinheiro o “Antigo Primário Musical” e na Rua Francisco Salles a partir do 5º Ano, podendo assim comportar grande número de alunos.
Na noite de 09 de março de 1987, a Escola foi destruída por um incêndio que, segundo o laudo pericial, foi criminoso, não há, porém, provas concretas contra qualquer pessoa. Desde essa data, iniciou-se a luta pela reconstrução do prédio. Depois de muita luta da Direção, dos professores, funcionários e comunidade, no dia 10 de setembro de 1994, o prédio foi reinaugurado.
Em 8 de dezembro de 1997, o prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Município de Pouso Alegre – MG.
Hoje a Escola encontra-se em pleno crescimento, com cerca de 2350 alunos, 70 professores e atende aproximadamente 37 (trinta e sete) municípios da região.
O Conservatório Estadual de Música “J.K.O.” oferece as seguintes modalidades de ensino:
Curso de Educação Musical:
Instrumento: Ciclo Inicial, Ciclo Intermediário e Ciclo Complementar.
Canto: Ciclo Intermediário e Ciclo Complementar.
Práticas Artísticas Diversificadas (oficinas)
Artes Cênicas
Artes Visuais
Fanfarra
Instrumentos oferecidos pelo Conservatório Estadual de Música J.K.O.: Acordeom, Bateria, Contrabaixo-Elétrico, Clarinete, Flauta Doce, Flauta Transversal, Guitarra, Piano, Piano Popular, Violão, Viola Caipira, Violino, Violoncelo, Teclado, Saxofone, Trompete.
2. Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio: – com habilitações profissionais em:
a) Técnico em Instrumento Musical – Reconhecido pela Portaria Nº 523, MG de 30/12/1981, página 6, coluna 3.
b) Técnico em Canto. Reconhecido pela Portaria n.º 523/81, MG 30/12/1981, página 06, coluna 03.
a) Técnico em Design de Interiores. Autorizado pela Portaria n.º 935/00, MG de 18/11/2000, página 05, coluna 01.
3. Difusão cultural: através de oficinas e atividades de conjunto.
Turno de funcionamento: das 7h30 às 11h50, de 13h às 18h e das 18h às 22h20.
Modalidades de Ensino (Resolução Nº 718/05, seção II e III):
Curso de Educação Musical.
Curso de Formação Profissional Técnica de Nível Médio.
O Conservatório Estadual de Música “Juscelino Kubitschek de Oliveira”, tipologia MOOOC-4, foi criado pela Lei Nº 825, de 14 de dezembro de 1951 com suas atividades iniciadas em 15 de setembro de 1954.
Posteriormente, denominou-se Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre (CEMPA), retornando à denominação de origem de acordo com a Lei N.º 8.709, de 24 de outubro de 1984, publicada no MG de 25 de outubro de 1984, folhas 05, coluna 01.
O Conservatório Estadual de Música “Juscelino Kubitschek de Oliveira”, integrante da rede Estadual de Ensino, está situado à Rua Francisco Sales, 116, telefone (35) 3425-2800, e-mail: [email protected] na cidade de Pouso Alegre. Reconhecido pelas Portarias Nº 523/81, publicada no Diário Oficial, MG de 30 de dezembro de 1981, às folhas 06, coluna 03 (Curso Técnico em Canto e Técnico em Instrumento) e Portaria n.º 935/00, publicada no Diário Oficial, MG 18 de novembro de 2008, folha 05, coluna 01 (Técnico em Design de Interiores).
O Conservatório foi inaugurado com os cursos: Solfejo, Ditado e Teoria; Flauta; Clarinete; Violino; Viola; Violoncelo; Piano; Pistom e Trombone.
A Escola possui o nome do governador do Estado que criou os primeiros Conservatórios em Minas Gerais. Quem trouxe este Conservatório para Pouso Alegre foi o Deputado Estadual Cônego Aurélio de Albuquerque Mesquita e seu primeiro Diretor foi o Professor João Soares Souza.
Na época de sua criação, o Conservatório funcionava apenas na Praça João Pinheiro, n.º 114. A partir de 1980, passou também a funcionar no antigo Colégio Santa Dorotéia, situado à Rua Francisco Sales, n.º 116, ficando na Praça João Pinheiro o “Antigo Primário Musical” e na Rua Francisco Salles a partir do 5º Ano, podendo assim comportar grande número de alunos.
Na noite de 09 de março de 1987, a Escola foi destruída por um incêndio que, segundo o laudo pericial, foi criminoso, não há, porém, provas concretas contra qualquer pessoa. Desde essa data, iniciou-se a luta pela reconstrução do prédio. Depois de muita luta da Direção, dos professores, funcionários e comunidade, no dia 10 de setembro de 1994, o prédio foi reinaugurado.
Em 8 de dezembro de 1997, o prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Município de Pouso Alegre – MG.
Hoje a Escola encontra-se em pleno crescimento, com cerca de 2350 alunos, 70 professores e atende aproximadamente 37 (trinta e sete) municípios da região.
O Conservatório Estadual de Música “J.K.O.” oferece as seguintes modalidades de ensino:
Curso de Educação Musical:
Instrumento: Ciclo Inicial, Ciclo Intermediário e Ciclo Complementar.
Canto: Ciclo Intermediário e Ciclo Complementar.
Práticas Artísticas Diversificadas (oficinas)
Artes Cênicas
Artes Visuais
Fanfarra
Instrumentos oferecidos pelo Conservatório Estadual de Música J.K.O.: Acordeom, Bateria, Contrabaixo-Elétrico, Clarinete, Flauta Doce, Flauta Transversal, Guitarra, Piano, Piano Popular, Violão, Viola Caipira, Violino, Violoncelo, Teclado, Saxofone, Trompete.
2. Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio: – com habilitações profissionais em:
a) Técnico em Instrumento Musical – Reconhecido pela Portaria Nº 523, MG de 30/12/1981, página 6, coluna 3.
b) Técnico em Canto. Reconhecido pela Portaria n.º 523/81, MG 30/12/1981, página 06, coluna 03.
a) Técnico em Design de Interiores. Autorizado pela Portaria n.º 935/00, MG de 18/11/2000, página 05, coluna 01.
3. Difusão cultural: através de oficinas e atividades de conjunto.
Turno de funcionamento: das 7h30 às 11h50, de 13h às 18h e das 18h às 22h20.
Modalidades de Ensino (Resolução Nº 718/05, seção II e III):
Curso de Educação Musical.
Curso de Formação Profissional Técnica de Nível Médio.
Fonte: Site da instituição.
Histórico do município: A história de Pouso Alegre, antigo Arraial de Bom Jesus de Matozinhos do Mandu, tem início no despertar social e econômico da rica região sul-mineira. Data mais ou menos de 1596 o devassamento pelos bandeirantes paulistas do Alto Sapucaí, por onde passaria, em 1601, a expedição de D. Francisco de Souza, da qual fazia parte o alemão Glimmer, o primeiro naturalista a penetrar naquelas paragens.
Pelos fins do século XVI já se sabia da existência de ouro no Alto Rio Verde e no Alto Sapucaí.
O primeiro marco de povoação em terras de Pouso Alegre teria sido lançado no século XVIII por João da Silva, assim relatado no “Almanaque Sul-Mineiro de 1874”, organizado por Bernardo Saturnino da Veiga: ‘Segundo tradição que se tem conservado, quem primeiro habitou às margens do Mandu foi o aventureiro de nome João da Silva.
‘Prosperando em sua lavoura, fez João da Silva, no fim do século passado, doação do terreno necessário à edificação de uma igreja dedicada ao Senhor Bom Jesus. Construiu-se a capela com auxílio de alguns moradores vizinhos e, no ano de 1795, o padre Francisco de Andrade Melo, que então residia na Paróquia de Santana do Sapucaí, veio celebrar a primeira missa que houve nesse lugar, ficando, desde então, como capelão particular.
‘Em 1797 o governador D. Bernardo José Lorena, Conde de Sarzedas, que de São Paulo fora transferido para a capitania de Minas Gerais, passou pelo nascente povoado, onde veio a seu encontro o Juiz de Fora de Campanha, Dr. José Joaquim Carneiro de Miranda.
‘Encantados pelo suntuoso panorama que se descortinava a seus olhos e pelos vastos límpidos horizontes que os cercavam, conta-se que um daqueles personagens dissera: ‘Isto não devia chamar-se Mandu, mas sim Pouso Alegre’. E daí veio a denominação que o povo e a lei posteriormente sancionaram’.
Segundo alguns autores, o batismo da localidade como Mandu se derivou da corruptela do nome de um pescador ou tropeiro, que se chamaria Manuel, atendendo pela alcunha de Manduca ou simplesmente Mandu, e que teria sido o primeiro povoador da região. Segundo outros, o nome veio do tupi-guarani mandi-yu (mandi = peixe e yu = amarelo). Atestam Marques de Oliveira e Augusto Vasconcelos que até 1799 a florescente povoação localizada às margens do Mandu era também conhecida pelo nome desse rio.
Crescendo a população do lugar, a cerca de seis léguas da Freguesia de Santa Ana do Sapucaí, surgiu em 1789 a ideia da construção de uma capela, que foi erguida em terreno doado por Antônio José Machado e sob a invocação do Senhor Bom Jesus de Matozinhos. Benta possivelmente em 18 de abril de 1802, teve por capelão o padre José de Melo.
Oito anos depois de inaugurada a capela, o povoado foi elevado à categoria de freguesia. Nomeado vigário colado da vara da freguesia, o Padre José Bento Leite Ferreira de Melo, natural de Campanha, tornou-se figura central da história de Pouso Alegre em seu tempo.
Em 1830, o Padre Bento, auxiliado por seu coadjutor, padre João Dias de Quadros Aranha, fundou o Pregoeiro Constitucional, jornal de grande relevo na vida política da época, sendo o primeiro a sair no sul de Minas e o quinto na Província. Foi em suas oficinas que se imprimiu o projeto da nova Constituição do Império, chamada ‘Constituição de Pouso Alegre’, preparada por membros do Partido Moderador no intuito de satisfazer as exigências dos mais avançados e pacificar os demais.
Em 1832 foi levantado o pelourinho, símbolo da emancipação municipal, no Largo da Alegria. No ano seguinte, quando irrompeu a sedição militar em Ouro Preto, Pouso Alegre fez-se presente ao lado da legalidade, enviando numeroso contingente.
Com a renúncia do padre Diogo Antônio Feijó ao cargo de Regente do Império, e consequente mudança da situação política no País, foi organizado no município o Partido Conservador, chefiado por Antônio de Barros Melo.
Em 1842 agravaram-se as lutas políticas locais em consequência da agitação em todo o país, que culminou com a Revolução de 1842, atingindo as Províncias de São Paulo e de Minas Gerais. Em Baependi, no sul de Minas, travou-se um combate, com a participação de 360 soldados legalistas de Pouso Alegre, comandados pelo Coronel Julião Florêncio Meyer.
Em fins de 1849, teve início a construção da nova matriz, benzida em 21 de novembro de 1857 e posteriormente transformada em catedral. Demolida esta, construiu-se outra para sede do Bispado.
Fonte: IBGE.

