Rio de Janeiro – Sabre de Honra do General Osório
O Sabre de Honra do General Osório, Marquês de Herval, foi originário de uma campanha depois da Guerra do Paraguai.
IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Nome atribuído: Sabre de Honra do General Osório, Marquês de Herval
Localização: Praça Coronel Eugênio Franco, Copacabana – Rio de Janeiro – RJ
Número do Processo: 955-T-1977
Livro do Tombo Histórico: Inscr. nº 461, de 08/04/1978
Observações: O sabre encontra-se, atualmente, no Museu Histórico do Exército, no Forte de Copacabana.
Descrição: As armas de honra são equipamentos que, apesar de parecerem armas, não são destinadas ao combate, mas sim a homenagear um herói, a prática de presenteá-los a militares ilustres sendo comum nos séculos XVIII e XIX. O sabre de honra do General Osório foi originário de uma campanha encabeçada pelo então Coronel Manuel Deodoro da Fonseca, que depois da Guerra do Paraguai fez um subscrição entre os militares para pagar uma arma a ser presentada ao General, que tinha se destacado nas campanhas militares do Império desde a Guerra da Independência, quando lutou no Uruguai, tendo apenas quinze anos de idade, o maior destaque de sua carreira sendo o comando do Exército no conflito contra o governo do Paraguai.
A arma é um sabre, equipamento típico dos soldados a cavalo, tendo no pomo a cabeça de um leão e na guarda, cravejada de pedras preciosas, um grifo, símbolo da casa de Bragança, da família do Imperador. Em um dos lados da guarda um acena de batalha e na outra a inscrição “Guerra do Paraguai”. No punho está escrito “O Exército, ao Bravo Osório”. Na bainha estão gravadas as armas do General Osório, agraciado com o título de Marquês de Herval, troféus e nomes de batalhas da Guerra do Paraguai. Além de ser associada a uma das maiores figuras militares da história do Brasil, patrono da arma de Cavalaria, o que justifica o tombamento no livro histórico, o sabre foi resultado do trabalho de alguns dos maiores nomes das artes brasileiras do final do século XIX: foi feito pelo ourives Manoel Joaquim Valentim, com base em projeto de Nicolau Fachinetti, tendo colaborado no desenho dos pintores Victor Meirelles e Pedro Américo, enquanto as partes cinzeladas foram feitas pelo escultor Chaves Pinheiro, todo o trabalho tendo custado 15 contos de réis, o equivalene ao salário de 280 trabalhadores por um ano. A riqueza dos detalhes artísticos justificou o tombamento do sabre no libro de belas artes.
Fonte: Portal do Patrimônio (aplicativo do Iphan-RJ).
MAIS INFORMAÇÕES:
Portal do Patrimônio


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