Teixeiras – Biblioteca Pública
A Biblioteca Pública foi tombada pela Prefeitura Municipal de Teixeiras-MG por sua importância cultural para a cidade.
Prefeitura Municipal de Teixeiras-MG
Nome atribuído: Edifício da Biblioteca Pública
Outros Nomes: Biblioteca Pública Municipal Dr. Benevenuto Faria Alvim
Localização: R. Profa. Sarah Zaidan Bastani, n° 26 – Centro – Teixeiras-MG
Histórico do município: Índios aimorés e puris. Os aimorés eram conhecidos como botocudos, apelido dado pelo motivo de usarem o botoque, grande círculo, em geral de madeira ou osso, introduzido em furos artificiais feitos nos lóbulos da orelha, narinas e beiço inferior.
Origem: A memória da humanidade é conservada nos arquivos da história. As origens da sociedade, a evolução dos povos antigos, o auge e decadência das civilizações, os feitos de personagens ilustres, os antecedentes de acontecimentos e situações contemporâneas e a trajetória do homem ao longo do tempo são temas históricos que constituem uma parte fundamental da cultura individual e coletiva.
Cada lugar tem sua própria história, mesmo que não seja contada em livros, ela existe na memória dos moradores mais antigos.
Corria o ano de 1840 quando, na intenção de procurar terras menos exploradas, aqui veio residir Antônio Serafim Teixeira, natural de Sapé de Ubá e casou-se com Maria Rosa de Jesus tendo vários filhos.
Já estabelecido no local, construiu uma pequena casa, onde hoje se encontra a casa de propriedade do Sr. João Floresta Filho, para residir um carpinteiro, seu amigo de nome Arrebite.
Nessa época outras pessoas com o mesmo espírito aventureiro de seu fundador, aqui, vieram se estabelecer.
Animado pelo espírito religioso muito próprio dos antigos, Teixeira mandou Arrebite construir uma pequena capela cuja construção era tosca, cercada de paus rústicos, coberta de palha, que assim se conservou até mais ou menos 1864.
Antônio Serafim, antes da inauguração da capelinha, se transferiu para um lugar denominado Guandú, no Espírito Santo, para fugir dos rigores da justiça, pois, segundo consta, ele praticara um crime.
Na fuga, deixou aqui o seu filho, Alexandre Magno da Silveira, que, com a retirada do pai, tornou-se proprietário das terras que circundavam o arraial.
O povoado que se havia desenvolvido um pouco possuía, além da pequena capela, umas 20 casinhas mal dispostas.
Tratando-se de um povoado sem nome, os vizinhos deram-lhe o nome de Santo Antônio dos Teixeiras. Nome esse que prevaleceu até 1938.
Alexandre, além de agricultor, era tropeiro e assim empreendeu várias viagens à cidade de Cantagalo (divisa de Minas com o Rio de Janeiro) ponto visado por todos os habitantes do interior de Minas, onde comerciavam seus produtos agrícolas.
Distrito de Teixeiras: O crescimento do povoado em torno da capela desenvolveu-se lentamente até o final do século XIX, quando foi alcançado pelos trilhos da Estrada de Ferro Leopoldina. A presença da ferrovia, permitindo o escoamento mais fácil de sua produção agrícola, deu grande impulso ao município, acelerando o seu crescimento.
A 18 de outubro de 1883, a Lei nº.: 3.171 elevou Santo Antônio dos Teixeiras à categoria de Distrito, integrando-se ao município de Viçosa.
Município de Teixeiras: Teixeiras, então, Distrito de Viçosa, permaneceu nessa condição até 17 de dezembro de 1938, quando o Decreto Lei n.º.: 148 criou o Município com o nome atual e deu à vila foros de cidade.
Na data de sua criação, o município compreendia, além da sede, o distrito de Pedra do Anta, que posteriormente, em 1962, adquiriu autonomia municipal. Atualmente, é formado apenas pelo distrito da sede e, do ponto de vista judiciário, é Comarca de 1ª Instância.
Fonte: Prefeitura Municipal.
MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal

estás fotos são de um outro lugar, nesta cidade nunca existiu estes prédios
Boa tarde,
Agradecemos pelo apontamento. Já retiramos as imagens e coordenadas.
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