Timóteo – G. E. Getúlio Vargas


Imagem: Prefeitura Municipal

A G. E. Getúlio Vargas foi tombada pela Prefeitura Municipal de Timóteo-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Timóteo-MG
Nome atribuído: Grupo Escolar Getúlio Vargas
Localização: Av. Juscelino Kubitschek, n° 50 – Bairro Funcionários – Timóteo-MG
Decreto de Tombamento: Decreto n° 3.857, de 15/04/2008

Descrição: Primeira escola construída no Município pela antiga siderúrgica Acesita. Escola tem Decreto de Tombamento Municipal e sua arquitetura original mantem se no mesmo formato desde 1950. Situada num ponto de destaque do Bairro com grande área verde em volta tem historia de elevado grau de ordem e aprendizado de seus já milhares de ex alunos. Ponto de visitação em festas estudantis e festejos de Natal.
Fonte: Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.

Descrição: O grupo escolar foi criado em 1948, destinado ao ensino primário. Inicialmente atendia aos filhos dos funcionários da empresa Acesita, que havia se instalado pouco tempo no município e necessitava de infraestrutura adequada para o seu bom funcionamento.
Atualmente a instituição de ensino é de responsabilidade do Estado. A construção da escola é térrea e se encontra em terreno acima do nível da rua, tem fachada simétrica, com arremates de frisos horizontais em massa. Na entrada principal tem-se volume destacado em frontão triangular, com cobertura de relhas francesas e beiral de cimalha. A estrutura é de concreto e as paredes de tijolos cerâmicos maciços, usadas nas construções naquele período.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: A história da cidade tem sua origem na própria história do Brasil. As terras eram povoadas por índios milhares de anos antes da chegada dos portugueses. No final do século XVII e início do século XIX, com a crise do sistema colonial, o vale passou a ser cobiçado pela política da ocupação européia. Reagindo ao colonizador, o índio foi um obstáculo à colonização e contra ele foram mobilizadas forças militares e missionários religiosos. Apesar do direito natural de possuírem a terra onde viviam, os povos indígenas tiveram seus territórios invadidos e confiscados pelos brancos. O Governo criou postos militares para proteger os colonos. Foram estabelecidos sete quartéis que garantiam aos brancos a ocupação da terra, o uso dos rios e a exploração das riquezas minerais.
Timóteo pertencia à 4ª Divisão do Rio doce, que possuía seu quartel no lugar chamado Onça Pequena (nome do ribeirão que banhava a localidade), hoje Jaguaraçu. Os índios aprisionados durante os ataques eram escravizados. Ocorreu no Vale do Rio doce o maior massacre indígena da história do Brasil. Em 1832 já não haviam aldeamentos indígenas na região. Logo que os índios foram exterminados, ficaram abertas as portas para ocupação total pelos brancos. Francisco de Paula e Silva Santa Maria foi o primeiro fazendeiro a se instalar na região, segundo um documento de 9 de abril de 1832. Tratava-se da carta de Sesmaria, dando-lhe as terras de um lugar denominado Ribeirão de Timóteo, que deságua no Rio Piracicaba. Estabeleceu-se com a sua família, na região do Alegre em 1831, e lá construiu e iniciou a criação de gado, o que lhe daria direito a uma Sesmaria.
Fonte: Prefeitura Municipal.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal
Prefeitura Municipal
Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais


Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *