Tupaciguara – Conjunto Arquitetônico Museu Histórico Chico Ribeiro e Casa da Cultura


Imagem: Google Street View

O Conjunto Arquitetônico Museu Histórico Chico Ribeiro e Casa da Cultura foi tombado pela Prefeitura Municipal de Tupaciguara-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Tupaciguara-MG
Nome atribuído: Conjunto Arquitetônico Museu Histórico Chico Ribeiro e Casa da Cultura
Localização: R. Antônio Inácio da Costa, n° 12 – Bom Sucesso – Tupaciguara-MG
Decreto de Tombamento: Lei Municipal nº 2.099, de 10 de novembro de 1997 (ratificado pela Lei Orgânica, capítulo V, artigos 159, 160 e 161, e pela Lei Municipal nº 2.389, de 14 abril de 2004)
Inscrição no Livro do Tombo: Inscrição nº 03/2002

Descrição: O Museu Histórico e Arqueológico “Chico Ribeiro” conta também com exposições permanentes. A sala arqueológica montada em 1996 abriga material lítico datado de 3500 anos, que foi encontrado em um sítio arqueológico no município de Tupaciguara. Existe também um quarto com objetos das antigas moradoras da residência, bem como a cozinha, que conta com fogão a lenha, utensílios domésticos diversos, e um grande painel com a fotografia da Família Santana.
O Museu respeita todas as normas de acessibilidade, e oferece rampa e banheiros adaptados para deficientes físicos.
“Um edifício tombado como patrimônio histórico, que abriga objetos de valor incalculável para a história local e regional, que conta com um espaço ecológico cultural de rara beleza, não pode ficar fechado aos finais de semana. Os tupaciguarenses e os turistas merecem conhecer nossa história, usufruindo de um espaço público que propicia educação, cultura e lazer. Duas salas do Museu agora são reservadas para exposições temporárias. O novo plano abrangerá exposições quadrimestrais, que serão organizadas pelos historiadores da Secretaria Municipal de Cultura, bem como por um especialista em Museus e Arquivos. Assim, o Museu se renova, se moderniza e atrai permanentemente os visitantes que poderão apreciar novas exposições”, finaliza o prefeito Tenente Carlos.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: 3500 anos antes Cristo. Muito antes das outras histórias que se possa imaginar, viveram aqui nas terras de, hoje, Tupaciguara os indígenas, da etnia caiapó. Batiam pedras em pedras para fazer fogo e ferramentas… para fazer instrumentos para coletar e caçar.
De alguns desbravadores, é preciso tratar… atravessaram estas terras de bandeiras a empunhar… Exploraram os indígenas, chegaram mesmo a escravizar… Colonizaram estas terras e assim deve-se citar: Bartolomeu Bueno – o Anhanguera.
Por volta de 1841, nestas cercanias chegou um goiano casal: Sr. Manoel e D. Maria Teixeira. Juntos aos seus pertences de fazendeiros, uma imagem da Senhora da Abadia. Para ela foi erguido, com fé, singelo altar. De capim e buritis um rancho se ergue para louvar… a mãe destas terras, que começou a ajuntar seus filhos, ao seu redor, e um vilarejo formar.
A Lei de Nº 566 de 30 de agosto de 1911 declara elevado à categoria de Município o Distrito de Abadia do Bom Sucesso.
Primeira sessão da Câmara Municipal de Tupaciguara, formada no dia 31 de maio de 1912.
Os sobrenomes das primeiras famílias habitantes de Tupaciguara são resgatados no memorial do Cinquentenário, elaborado pelo Sr. Longino Teixeira, por solicitação do Rotary Club. Eis alguns: Alves Machado, Pires, Paiva, Mota Soares, Sant’Ana, Marques da Silva, Torquato Neves, Siqueira, Cunha, Carvalho, Machado, Ferreira de Oliveira, Rodrigues, Castro, Araújo, Pereira da Silva, Rosa Medeiros, Gomes Moreira, Melo, Mamede, Mendes…
Diversos foram os estrangeiros que trouxeram seus hábitos culturais, comerciais e sociais e os espalharam junto à sociedade Tupaciguarense. Dos sírio-libaneses, alemães, italianos, japoneses, portugueses, húngaros… Tupaciguara contou com trabalho. A sua cultura foi assimilada e passou a constituir o município.
A religião predominante era a Católica Apostólica Romana. Em 1841, teve início a construção da capela de Nossa Senhora da Abadia e foi concluída em maio de 1842.
A história do Espiritismo em Tupaciguara, começou com um grupo de pioneiros, organizado e dirigido pelo Sr. Onofre de Almeida Novaes, em maio de 1905, na zona rural, região do Muquém.
A primeira Igreja Evangélica de Tupaciguara foi a Congregação Presbiteriana de Tupaciguara, fundada em 05/01/1954, tendo como revendo José Woody. Em 17/12/2006, a igreja foi emancipada e hoje traz o nome de 1ª Igreja Presbiteriana de Tupaciguara. Antes de fundada a igreja, os cultos aconteciam na garagem do Sr. José Barbosa, Zé da Singer, na Rua Cel. Joaquim Mendes.
Fonte: Prefeitura Municipal.

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Comentários

  1. Meu nome é João Alves Borges, sou da Família Borges e Lourenço Borges. Estou dando prosseguimento na Árvore Genealógica das duas Famílias. Iniciada por Dr. Adolpho José do Nascimento (em Tupaciguara 1991) e Gentil Lourenço Borges (Palmelo-Go 1998). Gostaria de informações sobre a gestão de Francisco Lourenço Borges (Chico do Pim) quando ele foi vice-prefeito da cidade. E depois enviar às duas árvores para o Museu …

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