Pará de Minas – Asilo Padre José Pereira Coelho
O Asilo Padre José Pereira Coelho, em Pará de Minas-MG, foi construído em 1951 para servir de abrigo as meninas órfãs e abandonadas.
Prefeitura Municipal de Pará de Minas-MG
Nome atribuído: Asilo Padre José Pereira Coelho -FAPAM
Localização: R. Ricardo Marinho, nº 47 – Pará de Minas-MG
Uso atual: Faculdade de Pará de Minas – FAPAM
Estado de conservação
Estado de conservação 2
Descrição: O edifício, construído em 1951 para servir de abrigo as meninas órfãs e abandonadas, abrigou na década de 60 o Educandário Padre José Pereira Coelho, que oferecia curso ginasial voltado para a educação profissionalizante. Parte do colégio foi destinada à Faculdade de Filosofia durante a década de 1970, e atualmente funciona como Faculdade de Pará de Minas/MG (FAPAM). Considerado um edifício de grande valor arquitetônico, histórico e cultural para a cidade, foi tombado municipalmente em abril de 1998. O seu uso, além de proporcionar a sua manutenção frequente, contribui para a sua preservação.
Fonte: Prefeitura Municipal.
Descrição: Em 1º de maio de 1.951 foi inaugurado o Asilo Padre José Pereira Coelho, construído pelo Vigário Padre José Viegas com a colaboração da comunidade, destinado a abrigar meninas órfãs e abandonadas. A denominação foi uma homenagem ao falecido Vigário da Paróquia Nossa Senhora da Piedade. A edificação localizada na Rua Ricardo Marinho, 47, Bairro São Geraldo, foi tombada pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Histórico de Pará de Minas em 13.04.1.998, pelo Decreto Nº 2.768 e atualmente abriga a Fapam – Faculdade de Pará de Minas.
Fonte: Museu Municipal.
Histórico do município: O topônimo Pará, segundo opinião do indianólogo Batista Caetano de Almeida e do engenheiro Teodoro Sampaio, significa rio volumoso, caudal, e colecionador de águas, sendo “de Minas” apenas um aditivo destinado a distinguir o município mineiro do Estado do Pará.
Os primórdios da povoação que deu origem à atual cidade do Pará de Minas remontam aos fins do século XVII, quando, em intenso movimento, dirigiam-se para as Minas de Pitangui as “bandeiras paulistas”. No roteiro que acompanhava os rios, lançavam-se os audazes aventureiros em busca do ouro, deixando trilhas aos pósteros.
Em um desses caminhos, nos territórios que se estendem entre os rios Paraopeba e São João, surgiu um ponto de pouso, às margens do ribeirão do Paciência e, nesse local, entre muitos outros, fixou-se o mercador português de nome Manoel Batista, alcunhado o “Pato-Fôfo”, que deliberou, mais tarde, abandonar o comércio que mantinha com os bandeirantes paulistas e explorar uma fazenda existente nas margens do Paciência. Seu apelido, segundo tradição, originou-se do fato de ter aquele português, que era muito gordo, a vaidade de querer passar por homem de grandes posses.
Manoel Batista foi, assim o desbravador da região e um dos seus primeiros moradores, tendo resultado dos seus esforços a construção da primeira capela local, que, em sua homenagem, foi cognominada “Capela de Nossa Senhora da Piedade do Patafufo” (corrutela de Pato Fôfo). Também o arraial que começou a se formar no local chamou-se, inicialmente “Arraial do Patafufo”.
Fonte: IBGE.
FOTOS:
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
- Imagem: Prefeitura Municipal
MAIS INFORMAÇÕES:
Prefeitura Municipal
IBGE
Museu Municipal
Prefeitura Municipal













