Pará de Minas – E. E. Governador Valadares


Imagem: Prefeitura Municipal

A E. E. Governador Valadares foi tombada pela Prefeitura Municipal de Pará de Minas-MG por sua importância cultural para a cidade.

Prefeitura Municipal de Pará de Minas-MG
Nome atribuído: Escola Estadual Governador Valadares
Localização: R. Delfim Moreira, nº 80 – Pará de Minas-MG
Estado de conservação

Descrição: O prédio do Grupo Escolar Governador Valadares foi inaugurado em 16 de junho de 1935. Durante 10 anos funcionou como extensão do Grupo Escolar Torquato de Almeida, até a criação oficial da escola, ocorrida em 12.04.1945. Sob influência do colonial europeu, ocidental, o edifício da Escola Estadual Governador Valadares reúne elementos entre o Colonial e o Clássico, num ecletismo que mistura diversas formas e matérias com o propósito do resultado harmonioso: frontões, cornijas, molduras, volutas e esquadrias de portas e janelas, enfim, elementos dispostos cada qual em seu papel, seja pela função ou pelo efeito decorativo, proporcionando à edificação do Grupo Escolar um conjunto consoante. O dinamismo volumétrico adquirido pela profusão de formas e elementos, desde a escada de acesso público, passando pelo tratamento em fachada até o movimento dos telhados, confere à solução arquitetônica proposta uma riqueza estilística já enunciada, eclética. A Escola Estadual Governador Valadares é um testemunho do estilo eclético em Pará de Minas.
Fonte: Prefeitura Municipal.

Histórico do município: O topônimo Pará, segundo opinião do indianólogo Batista Caetano de Almeida e do engenheiro Teodoro Sampaio, significa rio volumoso, caudal, e colecionador de águas, sendo “de Minas” apenas um aditivo destinado a distinguir o município mineiro do Estado do Pará.
Os primórdios da povoação que deu origem à atual cidade do Pará de Minas remontam aos fins do século XVII, quando, em intenso movimento, dirigiam-se para as Minas de Pitangui as “bandeiras paulistas”. No roteiro que acompanhava os rios, lançavam-se os audazes aventureiros em busca do ouro, deixando trilhas aos pósteros.
Em um desses caminhos, nos territórios que se estendem entre os rios Paraopeba e São João, surgiu um ponto de pouso, às margens do ribeirão do Paciência e, nesse local, entre muitos outros, fixou-se o mercador português de nome Manoel Batista, alcunhado o “Pato-Fôfo”, que deliberou, mais tarde, abandonar o comércio que mantinha com os bandeirantes paulistas e explorar uma fazenda existente nas margens do Paciência. Seu apelido, segundo tradição, originou-se do fato de ter aquele português, que era muito gordo, a vaidade de querer passar por homem de grandes posses.
Manoel Batista foi, assim o desbravador da região e um dos seus primeiros moradores, tendo resultado dos seus esforços a construção da primeira capela local, que, em sua homenagem, foi cognominada “Capela de Nossa Senhora da Piedade do Patafufo” (corrutela de Pato Fôfo). Também o arraial que começou a se formar no local chamou-se, inicialmente “Arraial do Patafufo”.
Fonte: IBGE.

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